Cartas ao desbarato
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Cartas ao desbarato
Primeiro Lugar
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 Declamações
 Últimos 5 Ensaios
| TÃtulo | Autor |
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Estrada A estrada vai indefinidamente pela frente afora. Como a vida. Interminável. Sem parar. Sempre adiante. O mundo aparenta não ter mais fim. Que nunca mais vai acabar.
No caminho sempre tem mais uma curva depois da outra. Como na vida. Sempre alguma coisa para olhar a frente. Sempre tem outra ret... |
João Batista MN (Mais do autor...) |
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Digo..! O tempo, marcam-no a erosão do corpo e o crescimento da alma.
Corpo e alma... O casamento mágico que torna possÃvel o "ser".
Do corpo vos digo, é ponto de referência e abrigo de entidade transcenden... |
MiguelMancellos (Mais do autor...) |
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É tão difÃcil escrever É tão difÃcil escrever... não digo escrever por escrever, deitar letras ao papel, isso todos o sabemos fazer; digo escrever no sentido de conseguir transmitir o que flui no pensamento mas que é tão custoso de conseguir.
No princÃpio até parece fácil. Pega-se na caneta e em três tempos surgem... |
cleo (Mais do autor...) |
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Escrita sem sentido "o homem que escrevia crónicas" O homem escrevia crónicas numa página de um jornal inventado. Escrevia crónicas sobre tudo e sobre nada. Dominava o verbo como poucos. Debitava ideias ponderadas e buriladas até à exaustão. Não cometia um erro de sintaxe nem um deslize semântico. Tudo no seu lugar: não se esquecia de um ponto, não f... |
Nação Valente (Mais do autor...) |
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ESCREVER PARA MIM Escrever para mim é algo que nem a palavra pode conter. É dizer o nome da amada. É dizer e não dizer nada. É fazer de si o maior palhaço e a mais doce risada. É escrever na areia o melhor dos poemas, mas quando as ondas se aproximam, tudo apagado, letras efêmeras. Escrever para mim é mais qu... |
CAMPISTA CABRAL (Mais do autor...) |
 Últimos 5 Contos
| TÃtulo | Autor |
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Camaleão [color=black]C[/color][color=red]a[/color][color=yellow]m[/color][color=pink]a[/ color][color=green]l[/color][color=orange]e[/color][color=purple]ã[/color][colo r=blue]o[/color]
[color=limegreen]S[/color]abe o que é o sim? O sim é um... |
Oswaldo Eurico Rodrigues (Mais do autor...) |
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Crónica dos bons velhacos Em memória dos velhos contrabandistas da raia(o meu pai incluÃdo) nas décadas de quarenta e cinquenta do século XX. Em memória dos regionalismos do falar algarvio e/ou da linguagem oral. (quase em desuso)
Truz, truz,truz…
Três pancadas secas ecoaram na madrugada, sobressaltand... |
Nação Valente (Mais do autor...) |
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O milagre dos peixes No momento em que estava sentado à frente do seu patrão, José, lembrou-se do dia em que foi pescar com o seu avô. O patrão, António Oliveira, que o mandara chamar ao seu gabinete, tinha-o mandado sentar-se e olhava-o como se o quisesse fuzilar. Disparou:
-Senhor José, mandei-o chamar para... |
Nação Valente (Mais do autor...) |
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"Boas contas faz o preto" Boas contas faz o preto
Óptimo empresário.
Como Midas, em tudo que tocava dava milhões de lucro. CaracterÃstica que se reflectia na produtividade familiar. Tinha contribuÃdo com cinco filhos para a riqueza da nação.
“Fino como o alhoâ€, as empresas ... |
Figas de Saint Pierre de (Mais do autor...) |
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Páginas d'água
[color=blue]E[/color] saÃram de suas casas à s "margens do mar". Eram casas secas e apertadas. Tão apertadinhas que mal cabia um único morador dentro delas.
Como estavam deslumbrados com a imensidão... Não enxergavam o fim... E nem os seus fins. O fascÃnio era sem medida... |
Oswaldo Eurico Rodrigues (Mais do autor...) |
 Últimas 5 Crónicas
| TÃtulo | Autor |
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O polvo da justiça chega ao do super!
Ao assistir, via TV, à cerimónia oficial da abertura do ano judicial, deu-me um triste gozo assistir ao desfile de brilhantes discursos (nisso somos muito bons) qual deles o mais assertivo no escalpe da situação actual da justiça em Portugal, sobre a qual a grande maioria dos portugueses acha ... |
Figas de Saint Pierre de (Mais do autor...) |
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Parêntesis IV (porque hoje é domingo) Este parêntesis não está fácil. Deu-me uma estranha apatia (sem explicação) mas perfeitamente inserida na apatia geral que domina o paÃs. Foi aà que algo me disse: reage rapaz (rapaz é apenas uma força de expressão) e aproveita o dia e este sol radioso, esta luz fantástica, dá corda aos calcantes, e... |
Nação Valente (Mais do autor...) |
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Parêntesis III (porque hoje é domingo) Foi uma semana dura. E quando a coisa parecia compor-se com a assinatura do Acordo para a Exploração com o homem dos pastéis, cai-nos em cima a situação preocupante do nosso Presidente da República: uma reformazinha de alguns milhares de euros que não dão para as despesas, apesar de usufruir de cama... |
Nação Valente (Mais do autor...) |
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Parêntesis II (porque hoje é domingo) Não tenho emenda. Mesmo depois de justamente "admoestado" fui, novamente enfiar-me num Shopping. Mas ao menos tenho a atenuante de que estava a chover. E como não podia deixar de ser enfiei-me numa livraria (do mal o menos) que não vou nomear ( para não fazer publicidade).Como ando a desco... |
Nação Valente (Mais do autor...) |
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Cantar os reis A vida às avessas eis a simbologia que se pode extrair da adoração de um menino pobre por três Reis. Ricos e poderosos, saem dos seus palácios e caminham guiados por uma estrela, para oferecer riquezas terrenas a um desconhecido nascido na pobreza de um estábulo. E para além da crença ou da não cren... |
Nação Valente (Mais do autor...) |
 Últimas 5 Prosas
| TÃtulo | Autor |
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Capitulo 4 - no extremo verdadeiro da palavra amar Do alto daquele mundo soltavam-se paisagens entre as cidades e um oceano a perder de vista. Já no afogar do caminho percebiam-se os seixos esverdeados que adivinhavam uma nova esperança, a água transparente lambia a margem, como que um desejo escondido. A abertura dos sorrisos trazia já o sabor da p... |
Vanda Paz (Mais do autor...) |
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Um reino entre as formas Um reino entre as formas
Uma sinceridade fingida dava palavras ao silêncio – alimentando as que, pela manhã, despertavam como heroÃnas sorridentes, sem o lamento da derrota ou o delÃrio de imaginá-la, para redimirem-se ao final na arena da linguagem, umedecidas, como se fossem compactadas ao co... |
Tere Tavares (Mais do autor...) |
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PROSAPOEMA E flui como a água rio mar bravio flui em mim e é assim e penso como a água escorre a palavra e vai além do pensamento e em qualquer tempo e circunstância homem, velho ou criança flui o humano e prossegue mesmo diante do engano infla como balão e desdobra o pano e flui lÃquido quente sangue vida rit... |
CAMPISTA CABRAL (Mais do autor...) |
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O MARAVILHOSO MUNDO DE EUSÉBIO Eusébio lê o jornal e as notÃcias de sempre. Eusébio lê, mas não vê.
Há olhos que vigiam a estrada e os carros que passam. Não são pessoas. Não têm nome. São olhos apenas. E, assim como os perÃodos do texto em curso, em pedaços e aos poucos, os olhos espreitam parte por parte. S... |
CAMPISTA CABRAL (Mais do autor...) |
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PROVOCAÇÃO À ESCRITA Escrever para que e para quem e para que escrever o que se tinha que escrever e para quem quer que fosse a escrita a ser escrita pelo dom ou trabalho do escritor que escrevesse o que teria de ser escrito e dito e bem dito bendito em bom tom o som da caneta ou lápis ou tecla na construção do q... |
CAMPISTA CABRAL (Mais do autor...) |
 Últimos 5 Poemas
| TÃtulo | Autor |
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O beijo da esperança
O beijo da esperança
Naquela tarde
Segui a tua sombra inesperada
Acompanhei -te num ritmo inexistente
Meus passos enfraquecidos
Quebraram-se pelo silêncio contido
Detive os meus suspiros
Para ouvir o bater do teu coração
O cansaço apoderou-se de mi... |
helenacosta (Mais do autor...) |
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Deixa-me...
Hoje que fujo de mim
Não questiones nem te abeires
Do meu caminho tão flutuante
Onde escorrego e me deito.
Deixa que me afogue nas lágrimas
Que ardem dentro dos meus olhos
que imergem triunfantes
No cume de um ... |
Vónyy Ferreira (Mais do autor...) |
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Os velhos candeeiros Sobre a luz dos velhos candeeiros
Vê-se, ao largo, o tempo...
Ele é bruto, pesado e extenso.
Sobre a luz dos velhos candeeiros
Vê-se, também, o homem...
Não é mais que uma sombra
E todo o resto é silêncio.
... |
CAMPISTA CABRAL (Mais do autor...) |
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Hibernando
Hibernando
Estive,
Estou sempre no tempo,
hibernando ou latente,
chegando ao sémen do meu pai,
ficando latente em minha mãe
algum tempo até que nasci gente,
vindo do escuro do tempo,
vendo a luz do presente,
em crescendo permanente,
adm... |
Figas de Saint Pierre de (Mais do autor...) |
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Onde está Wally?
Em Washington?
William deve saber
Acenda a lâmpada
Clarão de 100Watts
Wally está ali
Nas minas do Rei Salomão
Não ria!
Ele nasceu na Bahia.
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Oswaldo Eurico Rodrigues (Mais do autor...) |
 Últimas 5 Imagens
 Humor
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