Colectânea Arte pela Escrita III
 Concurso “IMAGENS DA NOSSA MEMÓRIAâ€
 Declamações
 Últimos 5 Ensaios
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Cedendo à tentação [tt]Cedendo à tentação
Ando há bastante tempo com a tentação de escrever um texto em que se explique quais são os defeitos mais evidentes que se devem evitar quando escrevemos poesia.
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gdec2001 (Mais do autor...) |
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Ensaieto um pouco maior ...ou literatura e literatura literatura e literatura
Das muitas e diversas qualificações que se podem fazer da literatura, ou daquilo a que o qualificador chame de literatura, vou hoje referir a mais patente delas que é a que qualifica a literatura em dois grandes, grandÃssimos, sectores .
E... |
gdec2001 (Mais do autor...) |
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“QUOD TIBI FIERI NON VIS, ALTERI NE FECERIS†“QUOD TIBI FIERI NON VIS†– O que não queres que te façam? O que temes que te aconteça? O que temes de teu próximo? Que medo tem o homem de seu semelhante? Por que? Finalmente, como evitá-lo?
O homem teme o homem, pois lhe sendo semelhante aspiram ambos as mesmas coisas pelos mesmos motivos, te... |
Públio Athayde (Mais do autor...) |
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Xadrez e escolha racional: aplicação lúdica da teoria dos jogos Há alguns anos eu me dedicava intensamente ao jogo de xadrez. Horas a fio de estudos, treinos, partidas jogadas nas mais diferentes situações.
Tal afixionamento provocava-me algumas vezes, principalmente quando me excedia muito em “partidas à s cegasâ€, uma curiosa experiência: sonhava que estava... |
Públio Athayde (Mais do autor...) |
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Ensaieto Chamo a isto ensaieto -uma palavra que não existe- para que não digam que me arevi a chamar-lhe ensaio .
Espero que assim se zanguem menos comigo .
literatura e literatura
Das muitas e diversas qualificações que se podem fazer da literatura, ou daquilo a q... |
gdec2001 (Mais do autor...) |
 Últimos 5 Contos
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LENÇO DE PAPEL 1 Lenço de Papel 1º
Pousou o copo, enquanto sentia os lábios pintados pelos restos da espuma. Limpou-os discretamente com a lÃngua. Discorreu os olhos vagarosamente pelo exterior, os plátanos que protegiam a igreja como guarda avançada, o trânsito que, tal como os seus olhos, vagueava... |
Vitor da rocha (Mais do autor...) |
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A ALBINA E O PRÃNCIPE 7 Terminada a passagem de honra pelo meio da assistência a recolher os impostos doados, a condessa voltou para o prÃncipe e os dois, de mão dada, acenaram pela última vez ao povo, e pela passadeira vermelha retiraram para os seus aposentos andantes, diluindo os derradeiros vapores de fantasia que pair... |
Vitor da rocha (Mais do autor...) |
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A ALBINA E O PRÃNCIPE 6 A mãe puxa-a para uma borda da multidão ainda meio vazia, e contorna as clareiras até chegar mesmo à fronteira do oleado circular que aguarda pelos pés da realeza. O acordeão das vozes do povo estica e encolhe ao sabor da expectativa e do prenúncio da entrada em cena do artista, do prÃncipe de Leopo... |
Vitor da rocha (Mais do autor...) |
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A ALBINA E O PRÃNCIPE 5 PrÃncipe já tenho, senhor Augusto, olhe bem para ele e veja se não é mais guapo que o senhor, mire-o bem, que a mim me vem buscar, vê como eu sabia que ele vinha, senhor Augusto?, e a minha mãe com ele de certeza me deixa casar ainda que seja nova, que de um prÃncipe ela já não tem medo que me faça ... |
Vitor da rocha (Mais do autor...) |
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A ALBINA E O PRÃNCIPE 4 A albina bota seu olhar para a dianteira e na ladeira figura de pasmar se lhe planta, de pasmar por de mais vista e ansiada. Lá está o prÃncipe, de inevitável capa nos ombros, penteada de brilhantes, a roupa a dançar entre os vários tons do céu, do azul desmaiado ao seu irmão mais garrido, roupa que... |
Vitor da rocha (Mais do autor...) |
 Últimas 5 Crónicas
| TÃtulo | Autor |
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SEI LÃ SEI LÃ.....
Não sei se estar só é escutar as ressonâncias das (des)conversas sem a boa fé em que as palavras se usam, não apenas na multiplicidade da sua significação, mas, dolorosamente, na intencionalidade interesseira de quem as apropria em ... |
M. Nogueira Borges (Mais do autor...) |
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memória francesa MEMÓRIA FRANCESA
Quem, sem tempo contado, se perder pelo centro histórico de Montpellier, subindo e descendo as ruelas de pedras, como jogas gigantes, lambidas pelos séculos e pelas passadas das gentes, não fugirá à comoção histórica. A bonita cidade... |
M. Nogueira Borges (Mais do autor...) |
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Memória Francesa Memória Francesa... |
M. Nogueira Borges (Mais do autor...) |
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No tempo em que ainda se escrevia à máquina... A explicanda chegava todos os dias, impreterivelmente, à mesma hora. Metódica, introvertida, detentora de um mundo que não desaba nunca, por força do ar impenetrável e certinho, lavado e engomado e de uma imensa vontade de aprender, aquelas coisas da filosofia…
A professora recebia-a com um eno... |
Nanda (Mais do autor...) |
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O Número Que Temos Na Dorsal Objectivou-nos A Mente
Estéril permanece a dúvida entre o objectivo e o objecto. Partimos de um princÃpio em que somos números, e não somos gente. Cada um terá que fazer o seu melhor e em maior abundância, nem que para isso, use de estratégias duvidosas, se não o conseguir, porque é da crise… porque outro algu... |
Jorge Vieira Cardoso (Mais do autor...) |
 Últimas 5 Prosas
| TÃtulo | Autor |
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O espécimen (Postal ilustrado com uma fotografia panoramica da Serra da Arrábida)
Minha querida, como me faz falta. Sem as suas conversas, nem conselhos sou um homem condenado.
Sabe qual foi a última atrocidade que ouvi? " Entre o seu coração, o seu cérebro e a sua boca, ... |
cduxa (Mais do autor...) |
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Estou como se não houvesse mais para dizer Ma chérie
Os anos passam! Como folhas que caem da árvore da vida.Folhas outrora viçosas. Folhas agora mortas.
Já nada espero da vida. Ela já me deu muito, do mesmo.Como sabe. Isto tudo para lhe responder ao seu anseio. Felizmente tenho felicidade na alegria dos que me rodeiam. Entre... |
cduxa (Mais do autor...) |
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Responso a uma bruxa Responso a uma bruxa
A tua vara de condão esconde a bruxa que há em ti e se essa vocação para a maldade te desespera e te deprime, assume a tua natureza, larga o disfarce de fada-madrinha, despe-te dos adereços da contenção, abandona o sorriso de circunstância, adunca o nariz, tumef... |
Tom (Mais do autor...) |
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O POEMA ERA DE AMOR! o poema era de amor. encontrava-se dentro do caderno pálido do poeta como segredo literário. nasceu na aldeia e confessou-se na cidade, no meio da feira. depressa a farsa reagiu e até os intelectuais que frequentavam o bairro do mundo, se revoltaram contra o poema. os polÃticos criaram prudência em ... |
Eduarda (Mais do autor...) |
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DILÚVIO A tragédia que se abateu sobre a cidade do Rio de Janeiro e sobre a região metropolitana expõe feridas, revela problemas, mostra o que há de pior na polÃtica do paÃs: o total descaso. Até o presente momento 230 pessoas morreram. O número subirá, com certeza, e deixará a quem quiser ver a insensib... |
CAMPISTA CABRAL (Mais do autor...) |
 Últimos 5 Poemas
| TÃtulo | Autor |
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SÓ SÓ
Quando tudo parece no fim
E a esperança ameaça ruir,
Só a certeza de onde vim
Me manda levantar e prosseguir.
Quando me lembro do passado,
Tempos de tristeza e amarguras,
Tolerado e mal amado,
Sem afagos nem ternuras,
Tão tr... |
M. Nogueira Borges (Mais do autor...) |
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Daquela que vos pariu a todas Linhas tortas, em cascata te compõem
Versos labiosos como lÃnguas datadas
Olhos de peixes mortos na noite
Crivados de sonhos pedrados no desgosto
Sorrisos que não são
Desdenham a vontade
Cobrem-se as cores decompostas do branco
Em céus que não amanhecem, per... |
Haeremai (Mais do autor...) |
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Circular À pitonisa
O valor de Pi
Em Pátmos, Pedro
Revelação: João!
Pierre junto aos sÃmbolos
Duas vezes parte
Com passo forte
Gira e marca
O centro e a volta
Risca e faz um hemisfério
Outro risco. Outro hemisfério
Quatro fatias. Quatro ventos
Espal... |
Oswaldo Eurico Rodrigues (Mais do autor...) |
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Diálogo vegetal
Perco a luz
no vácuo da minha culpa,
entre as trevas do sono
que os cães escutam
longe do luar,
em memórias de silêncio!
O diálogo
são gritos duma flor,
roubados ao absurdo
dum rio que chora,
no perplexo germinar
dum denso caudal
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José António Antunes (Mais do autor...) |
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MEMÓRIAS Entre neblinas prateadas
As minhas passadas eram asas.
Num sopro eu chamei por ti
Nesta calmaria, um embate tocou
No meu âmago algo vibrou
Sem ressentimentos a minha alma chorou.
Chorou de dor e de desencantamento
Neste ermo onde me encontro
Um grito emudec... |
maria valadas (Mais do autor...) |
 Últimas 5 Imagens
 Humor
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