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vilde
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« em: Abril 26, 2009, 12:40:08 » |
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Varre-me o vento
Varre-me o vento em fortes rajadas de metralhadora com silvos de tempo vai deixando sulcos doutras alvoradas na pele e no peito impressos cá dentro
Varre os sentidos e deixa a loucura da vil decadência onde já tropeço desfaço caminho, reduzo lonjura nas teias cinzentas que dorida teço
Deixo-me varrer de todas as sobras já de mim libertas, despojo lembranças do ciclo gravado na pele da cobra crescer, renovar, injectar mudanças
Varrem-se ideias nesta Primavera onde incertezas já saltam guarida nessa porta aberta o vento espera fragrância, aromas, retomas vida
07/04/08 Mavilde Lobo Costa (In Do real à magia)
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Aquele instinto selvagem em que evito meus naufrágios fez de mim mulher coragem na rotina dos adágios
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goretidias
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« Responder #1 em: Abril 26, 2009, 13:36:48 » |
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Varrem-se ideias... talvez fiquem as resoluções! Beijo
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Goretidias
Todos os textos registados no IGAC sob o número: 358/2009 e 4659/2010
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Joaquim Sustelo
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« Responder #2 em: Abril 26, 2009, 13:55:15 » |
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Uma grande e bonita varridela. Beijo
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cleo
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« Responder #3 em: Abril 26, 2009, 18:24:53 » |
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Mais um belo instante poético e que muito me sensibilizou pelo sentimento que lhe encontrei, impresso em palavras muito bem colocadas. Gostei imenso!
Beijo
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vaza pinheiro
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« Responder #4 em: Abril 26, 2009, 19:26:45 » |
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Vilde
Se me é permitido, associo este belo poema ao momento difÃcil que os cidadãos portugueses atravessam. De facto, era importante uma varridela de alto a baixo. Entretanto fica um poema que se enquadra muito bem na quadra que atravessamos. Bem hajas.
vaza pinheiro
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Abgalvão
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« Responder #5 em: Abril 26, 2009, 23:03:20 » |
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Cara Vilde, isto é poesia e da melhor! Beijo
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vilde
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« Responder #6 em: Abril 27, 2009, 10:09:24 » |
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Agradeço os simpáticos comentários, de quem tem a paciência de me ler. Obgd a todos. Bj vilde
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Dete
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« Responder #7 em: Abril 27, 2009, 15:18:51 » |
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Vilde: Que estupenda varridela...
Deixo-me varrer de todas as sobras já de mim libertas, despojo lembranças do ciclo gravado na pele da cobra crescer, renovar, injectar mudanças
"porque todo o mundo é feito de mudanças" eu adorei opoema.
Beijo da Dete
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Tom
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Quanto menos penso mais existo
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« Responder #8 em: Abril 27, 2009, 19:50:31 » |
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Vilde Quando se varre , corre-se o risco de não ser selectivo e deitar fora coisas boas. Por isso diga-me Vilde, onde está o seu caixote do lixo? .....rs .....rs Beijo Tom
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vilde
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« Responder #9 em: Abril 27, 2009, 23:30:11 » |
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Obgd Dete por perceberes a mudança na mobilidade constante. bj vilde
Obgd Tom, pelo comentário sempre brincalhão. Bj vilde
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