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carlossoares
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« em: Novembro 08, 2009, 23:49:19 » |
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Não precisas de mim
Não preciso de ti Leio na queda da fruta Ouço no sopro altaneiro Do vento Invulnerável Não precisas de mim Penso mas não digo À prostituta E estremeço com as formas E sou demolido Pela reconstrução Do(s) sentido(s).
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Carlos Ricardo Soares
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Vanda Paz
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« Responder #1 em: Novembro 09, 2009, 09:23:17 » |
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Um poema realmente interessante
Beijo
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Vanda Paz
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goretidias
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« Responder #2 em: Novembro 09, 2009, 12:11:48 » |
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Talvez uma demolição na hora certa! Bj
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Goretidias
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luadepedra
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« Responder #3 em: Novembro 10, 2009, 13:09:24 » |
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É realmente na linguagem da natureza, que melhor percebemos o quão nos afastamos da sublime leveza de ser.
Amigo Carlos, este poema é dos mais belos que já escreveste. Parabéns!
1 Bj* LuÃsa
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carlossoares
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« Responder #4 em: Novembro 10, 2009, 15:09:19 » |
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Vanda, Goreti e LuÃsa, os vossos comentários só não me surpreendem porque, conhecendo os vossos trabalhos, espero sempre muito dos vossos talentos.  Beijos
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anamarques
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« Responder #5 em: Novembro 11, 2009, 15:24:58 » |
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Excelente poema. A contradição em toda a sua força. Consegue escrever com subtileza e ao mesmo tempo com toda a frontalidade originando uma obra com uma força surpreendente. Gostei muito. Abraço.
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josé antonio
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escrever é um acto de partilha
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« Responder #6 em: Novembro 11, 2009, 15:53:39 » |
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Olá Carlos,
" E sou demolido pela reconstrução dos sentidos ". Excelente imagem metamorfoseada como apetece ler e reter. Gostei,amigo Carlos. Pudera! JA
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carlossoares
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« Responder #7 em: Novembro 13, 2009, 15:48:39 » |
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AnaMarques e José antónio,
os vossos comentários são de uma grande gentileza. Obrigado
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Alice Santos
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« Responder #8 em: Novembro 21, 2009, 13:57:40 » |
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Carlossoares, já tinha lido o poema há uns dias mas, na hora, fiquei sem palavras para comentar. Dizer o quê?! Já tinham dito tanta coisa, e tudo certo. Tudo como eu penso. Hoje, ao lê-lo mais uma vez, trouxe-me à memória Macau. Era um grande negócio por lá. Havia em todo o lado. Nas ruas e nos pequenos hotéis. Existia ao mais alto nÃvel, nos hotéis de luxo, associada ao jogo, aos magnatas que iam de todos os paÃses jogar a Macau. Era proibido jogar em Hong Kong e outros paÃses da Ãsia, então... concentrava-se tudo em Macau. Enfim, um mundo muito estranho.
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« Última modificação: Novembro 24, 2009, 21:26:15 por alicepps »
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carlossoares
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« Responder #9 em: Novembro 24, 2009, 15:35:24 » |
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Continuo a dizer que acho muito interessantes as suas refrÊncias a Macau. Obrigado pela atenção e pela gentileza do comentário. Abraço
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helenacosta
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« Responder #10 em: Novembro 24, 2009, 22:40:26 » |
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Nada mais tenho a acrescentar.Apenas digo adorei!!!
Beijos
Helena
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Vóny Ferreira
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« Responder #11 em: Novembro 24, 2009, 22:52:31 » |
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Em poucas palavras, fantástico, Carlos! Abraço Vóny Ferreira
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Vóny Ferreira De nada nos valeram os abraços O toque sublime do nosso olhar Ah... E nós que tivemos a um pequeno passo De nos fundirmos num etéreo, AMOR! Vóny Ferreira http://vony-ferreira.blogspot.com
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carlossoares
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« Responder #12 em: Dezembro 01, 2009, 14:43:45 » |
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Helena e Vóny,
obrigado pela leitura e gentis comentários. Abraços
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gdec2001
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« Responder #13 em: Dezembro 01, 2009, 19:19:24 » |
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Eu diria que todos -SEJAMOS OU NÃO SEJAMOS PROSTITUTAS- precisamos uns dos outros mas eu o diria certamente num sentido diferente do seu -que também é verdadeiro, no meu sentir -. abraço Geraldes de Carvalho
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Geraldes de Carvalho
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carlossoares
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« Responder #14 em: Dezembro 04, 2009, 00:45:13 » |
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Caro Geraldes de Carvalho,
as suas palavras suscitam um grande apreço da minha parte, pela forma subtil e lúcida de abordar o assunto. Não obstante o poema e até o que, às vezes, possa sentir, preciso de pensar construtivamente e vejo mais beleza do que sentido no facto e na ideia de precisarmos uns dos outros, talvez mais, muito mais, do que a nossa imaginação pode comportar. Abraço.
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