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Autor Tópico: Concurso “IMAGENS DA NOSSA MEMÓRIA”  (Lida 21729 vezes)
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josé antonio
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« Responder #405 em: Setembro 03, 2010, 07:33:21 »


E não é que o meu prognóstico sai errado? >Cheesy
Faltam neste momento apenas 50 textos para os 300 e ainda sobram 3 dias para a data limite... :yup:
Não tenho sorte nenhuma... :sleep3:
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« Responder #406 em: Setembro 03, 2010, 08:03:21 »

Texto n.º 251

No restolho do tempo, acima do próprio tempo, revejo a vida que se acabou, a verdade na mentira de quantos me continuam a carpir o corpo na partida. A alma, essa, serenamente recostada no algodão da paz, observa, sem vontade já para intervir na índole de quem fica.
Na sabedoria de um novo estado, incomoda já pouco descobrir quem me amou, quem me odiou… quem é o patife ou o santo.
É hora de descanso maior. Urge angariar forças para tudo esquecer em próxima vida e recomeçar nos mesmos enganos e ilusões…  A felicidade é um exercício extenuante.

Texto n.º 252

O FUNERAL FESTEJADO

Mesmo os mais novos como eu, íamos sabendo como fora feita tamanha fortuna, através da mudança dos marcos durante a noite e outras habilidades congéneres. Naquela tarde, frente à enorme mansão, estava um pequeno grupo de homens de gravata preta conversando animadamente, enquanto o carro da funerária entrava rampa dentro para buscar o corpo. Família sobejamente conhecida, apenas restava, para quem passava, saber qual teria morrido, se pai ou filho. E quando eram informados de que fora o pai, desabafavam boca fora em alto e bom som: - Até que enfim… já não era sem tempo!
« Última modificação: Setembro 03, 2010, 08:23:50 por Administração » Registado
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« Responder #407 em: Setembro 03, 2010, 11:14:45 »

Texto n.º 253

AS MAÇÃS DA MINHA TIA

Deveria contar os meus sete anos de idade e estava habituado a que me oferecessem o lanche a meio da tarde, aonde quer que estivesse. Familiares ou amigos. Adorava uma sandes de queijo e um Sumol, surgido no mercado naquele tempo. De quando em vez visitava uma tia minha, que segundo o que ouvia dos meus pais era das mais afortunadas na vida. A tarde era passada a ver histórias, repetidas vezes sem conta, sem direito a lanche. Apenas quando chegava a hora de me despedir, a minha tia, perguntava-me sempre: - Queres uma maçã, Toninho? E respondia de imediato: - Eu dava-te mas estão tão verdes…


Texto n.º 254



Nascido e criado entre MONTES PINTADOS, habituado a respeitar o suor dos homens que, com ferro e pá, saibravam os socalcos e, com as enxadas, as cavavam e redravam, nunca se enfastiou com comodidades, nem se iludiu com riquezas que se desfazem na brevidade de um fósforo.Os seus contos e lendas vinham do calor da lareira e da grandeza de um Avô que o aquecia ao colo e o cobria de beijos com um bigode que lhe avermelhava a pele imberbe.Era filho de uns olhos esverdeados, enfeitados por um sorriso calmo, às vezes triste, e de uma saudade vitalícia.

Texto n.º 255



Gilbert Bécaud era a voz que lhe mitigava a solidão e enfeitava os sonhos. Dizia-lhe que, apesar de tudo, « La Solitude ça n?Existe pas », que « Le Jour oú la Pluie Viendra » e que uma  « Nathalie » viria, por entre os bardos dos vinhedos, acariciar-lhe a ingenuidade e a inocente poesia, mesmo que, por vezes, ele cantasse « Quand il Est Mort le Poéte » ou perguntasse surpreso « Et Maintenant? ».
Bécaud lembrava-lhe sempre que a pobreza, não sendo vergonha, jamais existiria se o mundo fosse governado  por homens justos e de coração.

Texto n.º 256


 IMAGEM
 
O passos eram abafados pelo silêncio da noite, enquanto o sono se diluía em promessas adiadas…
Toda a emoção era recalcada como uma defesa, para não ter de sentir essa ansiedade que oprime o peito…
As palavras perdiam-se no olhar cansado de quem já pouco espera…
Já se tinham esgotado quase todos os recursos possíveis, no entanto o sonho ainda permanecia, inabalável como uma rocha!
Talvez ainda houvesse algumas barreiras por ultrapassar!
Dizem com toda a razão que "a esperança é a última a morrer," e nessa manhã o dia amanheceu com um novo brilho e com o aroma de alfazema! …
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« Responder #408 em: Setembro 03, 2010, 18:24:02 »

Texto n.º 257

Órion
 
Não existem sozinhos; nem a luz nem a sombra. A pretensa ilusão de que as coisas ao redor deixam de ou continuam a existir, apesar de tudo, sobre tudo. Crer no espelho quanto é possível a crença em si mesmo – não é outra a imagem refletida – o cognitivo compele à saciedade, (ou pelo menos deveria), para melhorá-la, sem objetar modificá-la. Quanto há que acobertar ao testemunhar autor e obra não sendo um. Sós, ungidos para girar, deambulam entre um e outro floco visionário, presos ao mesmo cordão, desprendidos e naturais, mergulhando onde nenhum tesouro parece estar aguardando-os.

Texto n.º 258


Toma magnésio

"É dos carecas que elas gostam mais", dizem!
Ele, de 70 anos, engatou-a no Café,  para prestação de serviços sexuais, sem recibos verdes, mas a "el contado".
Há muita posição para amar! Ele esolheu a atravessada, na cama, pernas flexionadas e bem abertas, ao alto! Era o oásis do prazer; fonte onde iria beber prazer!  Depois, qual touro de Montalegre, "marrou-lhe", cada vez mais forte!
De repente, escaparam-se-lhe fortes ais!
-"Já te estás a vir?".
-"Não. Tenho uma breca!" E foi-se abaixo!
Ela saíu do sério e aconselhou:
-"Toma magnésio". Depois, fechou seu oásis e o paraíso!

Texto n.º 259

 IMAGEM
 
O passos eram abafados pelo silêncio da noite, enquanto o sono se diluía em promessas adiadas…
Toda a emoção era recalcada como uma defesa, para não ter de sentir essa ansiedade que oprime o peito…
As palavras perdiam-se no olhar cansado de quem já pouco espera…
Já se tinham esgotado quase todos os recursos possíveis, no entanto o sonho ainda permanecia, inabalável como uma rocha!
Talvez ainda houvesse algumas barreiras por ultrapassar!
Dizem com toda a razão que "a esperança é a última a morrer," e nessa manhã o dia amanheceu com um novo brilho e com o aroma de alfazema! …

Texto n.º 260


SOLIDARIEDADE
 
                I
Menina de olhos tristes
Ainda hoje não sorristes...
Trazes nesse teu olhar profundo
O peso do mundo...
Vem brincar, correr, saltar,
Também és gente
Vem sonhar...
Menina de olhos tristes
Não chores, sorri!
Quero afagar teus cabelos
Ficar junto de ti!
               II
Não me proíbam de sonhar
Pela igualdade
Esculpida a ferro e fogo
No meu direito
De lutar!
Não abafem a liberdade
De poder manifestar
Minha posição
Pela justiça e pela razão!
Não esbofeteiem as palavras
Que saem da minha boca
Para gritar NÃO,
Sempre que discriminam
Meu IRMÃO!                                    
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« Responder #409 em: Setembro 03, 2010, 18:39:12 »


- Cada texto não deverá exceder os 600 caracteres, incluindo espaços;

- Os textos inéditos concorrentes deverão ser enviados para: administracaoescritartes@gmail.com (Assunto: “IMAGENS DA NOSSA MEMÓRIA”) nunca postados directamente pelos autores, em qualquer tópico que seja do site. Se tal vier a acontecer antes dos resultados finais, o texto será retirado de concurso.

- Cada participante poderá concorrer com a quantidade de textos que pretender, mas sempre e somente textos distintos, isto é, nunca continuação de anteriores. A cada um, será atribuído um número de série com que será publicitado no site e se apresentará a votação. Os concorrentes devem assinar o texto com o seu nome de utilizador no site, embora isso depois seja retirado do texto que se apresenta a votação.

- O último dia para recepção dos textos concorrentes será o dia 6 de Setembro próximo, (Segunda-feira);

- A partir de tal data, a Votação será aberta em tópico controlado pela Administração. O apuramento dos resultados é automaticamente apresentado pelo site e o respectivo anúncio será feito no decorrer do Encontro, no dia 9 de Outubro no Clube dos Fenianos no Porto;

- Existirá um primeiro prémio pecuniário de 50 euros, oferecido pelo Escritartes;

 
- Cláusula única:

O Vencedor(a) fica automaticamente obrigado a colaborar com as suas respostas numa entrevista a ser-lhe dirigida pelos Organizadores, bem como dispensar material fotográfico para suporte da postagem da mesma no Escritartes. Deverá também disponibilizar o seu NIB/IBAN para transferência bancária.


 - Existirá um segundo prémio, constituído pelas três colectâneas do site, oferecido pela editora Mosaico de Palavras.
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« Responder #410 em: Setembro 03, 2010, 20:03:35 »


Totalmente afundado na derrota no prognóstico que fiz quando lancei a ideia do Concurso, e por tal agora obrigado a pagar almoços, sinto-me imensamente feliz pela aceitação e participação que o mesmo teve dentro do Escritartes.
Sobretudo pela qualidade que faz mossa a muitos que pensam saber escrever... :yup:
Há quem saiba escrever e bem no Escritares! Ponto. :book:
Em meu nome pessoal, não posso, porque não consigo, por honestidade pessoal deixar de agradecer a todos os participantes, embora sabedor dos fabulosos prémios em disputa!
GRANDE ABRAÇO
José António
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« Responder #411 em: Setembro 03, 2010, 20:07:09 »

Não há bela sem senão... coitados dos tímidos!

"
- Cláusula única:

O Vencedor(a) fica automaticamente obrigado a colaborar com as suas respostas numa entrevista a ser-lhe dirigida pelos Organizadores, bem como dispensar material fotográfico para suporte da postagem da mesma no Escritartes. Deverá também disponibilizar o seu NIB/IBAN para transferência bancária.

"
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« Responder #412 em: Setembro 03, 2010, 22:27:48 »

Nós agradecemos o incentivo pela escrita.
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« Responder #413 em: Setembro 03, 2010, 23:22:55 »

E que tal se passar de 333?
 :book:
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Escreve também no blog:
http://m-eusoutros.blogspot.com
Todos os textos registrados nº 540.178 livro 1027 folha 386.
Escritório de Direitos Autorais - Biblioteca Nacional
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« Responder #414 em: Setembro 04, 2010, 09:25:30 »

E se mais dias tívessemos para concorrer, talvez chegássemos aos 666, amiga Tere.
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Pensar amar-te, é ter o acto na palavra e o coração no corpo inteiro.
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« Responder #415 em: Setembro 04, 2010, 09:28:31 »

Texto n.º 261

Mata
 
Num oceano de folhares o néctar vive com o trivial cerne da comoção. Quem nunca teve uma grande ferida para saciar? Toma a sua cicatriz aberta e desperta do que não é, em absoluto, um pesadelo, um caule impoluto. Uma foice cruza o último solstício tropeçando sem saber se ainda serve aos admiradores da resistência. "Melhor se não vivas" diria a teimosia peregrina ao luto das ramarias. Talvez um imbecil soubesse de matemática quanto sabe a sorte do semeador. “Não julgariam se me vivessem; sou uma eterna grade, herdeira sentenciada pela casca que me veste como quem despe”.
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« Responder #416 em: Setembro 04, 2010, 10:24:05 »

Texto n.º 262

Boa mão, bom coração!

Ia-se, a pé, às festas! Meter conversa com as miúdas era quase uma pega de cernelha!
Àquela festa iam quatro lindas gajas, despiladas artesanalmente!
Fracassados em meter conversa, até que um  disse que uma tinha sarro no pescoço e tocou-lhe no depósito de acumulação de gorduras!
Ela virou-se para trás e..zás! Valente bofetada no que  estava a jeito; eu!
Eu não disse nada, mas no Domingo seguinte aceitou-me namoro!
No casamento, quando  me perguntaram se eu seria fiel, disse que sim, mas pensei; se ela me bater leva!
Depois, houve muitos apalpanços, mas não aconteceu nada!

Texto n.º263

Noite alta, o suor alaga-me as roupas e empasta-me o cabelo. O horror estampado na agonia das entranhas…
Os dias arrastam-se mata fora, armas em posição, granadas que detonam… os tiros ecoando, danos futuros nos meus tímpanos jovens e na minha mente em formação. O meu lobo temporal atira-me para a frente de batalha, cheio de coragem. O raciocínio esculpe-me o medo. Entre um e outro, assisto à morte de companheiros de guerra, sem nada a fazer, além de os deixar para trás… sangue tingindo o capim, gritos de dor incinerando a esperança…
Stress pós traumático enforcando-me a vontade de viver.
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« Responder #417 em: Setembro 04, 2010, 11:14:36 »

Texto n.º 264

Olho-me no espelho, alta e fogosa, corpo torneado, seios pontiagudos.
Turva-se-me o olhar na recordação da adolescência, corpo que não condizia com a minha alma de mulher; tratamentos de testosterona que não resultavam, formas afeminadas que a roupa masculina tornava ainda mais gritantes; um órgão genital infantil, um órgão que jamais conhecera uma erecção, algo que parecia não me pertencer. Tempos terríveis esses. Felizmente, os meus pais apoiaram-me incondicionalmente. Quando os psicólogos entenderam que a solução seria mudar de sexo, nunca me abandonaram. Hoje ninguém diria que fui homem.

Texto n.º 265

O meu corpo numa carrela, a minha alma de enforcado vagueando pelo mundo. Não terei paz, não terei entrada no céu ou no inferno. No Inferno não me aceitam porque morri inocente. No céu não me querem porque na hora da morte não fui capaz de perdoar aos algozes que me levaram à forca.
Acusado de crimes que não cometi, nunca consegui provar que era inocente. Assim tenham sorte igual os que me condenaram!
Não esqueço a imagem do meu corpo a ser levado. Vaguearei eternamente pelo mundo pois nunca perdoarei quem me mandou matar injustamente.
« Última modificação: Setembro 04, 2010, 11:35:11 por Administração » Registado
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« Responder #418 em: Setembro 04, 2010, 15:06:49 »

Texto n.º 266

Aldeias envelhecidas, lembradas em Agosto!
 
Quarteirões de casas soltarias, onde o sol demora na chegada e a partida é anunciada pelos ecos do vento no fim da tarde de Agosto.
Sentados à porta da taberna os cachimbos deixam cair lágrimas vertidas pelas veias, ocultas aos sorrisos em que um aceno é o símbolo do termino Agosto. As rugas anseiam mais um dia …
Ainda o Inverno não chegou e os corpos já dormem o frio das despidas e a solidão bate à porta no silêncio dos rumores que a memória bebe com a esperança nos bolsos vazios, que a Primavera anuncie mais um Verão!
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« Responder #419 em: Setembro 04, 2010, 15:31:31 »

Texto n.º 267

As sombras do claustro adensam-se. Passeio-me em silêncio, de terço nas mãos, pelo empedrado do convento. O silêncio não amortalhou a dor de ter sido rejeitada pela minha amiga (sempre a apresentei como minha tia) quando lhe disse que estava apaixonada por ela. Eu não gosto de mulheres e tenho vergonha – dizia ela quando lhe propunha vivermos juntas.
Recordo o dia sublime em que ela me veio resgatar do convento. Abandonei a vida religiosa para me dedicar a essa deusa maior que me dá tudo quanto eu preciso.
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Boa tarde, Goreti.
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Buenas noches
Fevereiro 01, 2012, 10:07:28
E, a respeito da justiça, o Figas diz que: Realmente, são todos iguais quando são chamados para comparecer perante a para a justiça. A diferença está na vinda! 94%  dos inquiridos acha que a justiça está má! Oh! Que admiração!
FigasAbraço, ao ar livre.
Janeiro 25, 2012, 14:44:56
Boa tarde solarenga para todos!
Janeiro 23, 2012, 18:28:03
Boa noite a todos
Janeiro 22, 2012, 18:24:14
Boa noite para todos
Janeiro 22, 2012, 09:34:10
Hoje ,
 domingo,
Nada faço,
Noutros não me dão canseira,
Vou comendo pastéis de nata,
A pátria me agradece!
FigasRegards
Janeiro 21, 2012, 13:07:54
Hoje, um dia bom
mas o frio calor frena,
que não evita inspiração
para o calor dum poema!
.........ssssss.......
Figas, a fazer prova de vida
Janeiro 18, 2012, 11:17:43
Excelente dia para todos!
Janeiro 15, 2012, 20:38:06
Boa noite a todos
Janeiro 12, 2012, 19:28:27
Boa  noite paraa todos
Janeiro 12, 2012, 12:05:16
Bom dia, quase boa tarde!
Janeiro 10, 2012, 06:29:55
Excelente dia!
Janeiro 09, 2012, 18:24:00
Boa noite a todos
Janeiro 09, 2012, 11:23:42
Excelente semana para todos!
Janeiro 06, 2012, 23:19:00
Para Administração: por lapso coloquei um textò/crónica na secção humor. Agredecia que fosse transferido para  o item crónicas. Obrigado. Boa noite.
Janeiro 05, 2012, 19:55:18
Boa noite a todos
Janeiro 04, 2012, 20:39:49
Obrigado J.A. Bom 2012.
FigasAbraço
Janeiro 04, 2012, 18:03:57
Boa tarde a todos
Janeiro 04, 2012, 16:22:50
Figas, correção efetuada. Abraço.
Janeiro 03, 2012, 21:26:05
Ao cuidado da Administração. No "Ó Gaspar, assim, vai-te lixar" o 25º verso é : "Para pagar o empréstimo da mirra" Obrigado do Figas
Janeiro 03, 2012, 10:37:45
Excelente terça-feira para todos!
Janeiro 02, 2012, 21:58:54
Na questão da produtividade, a igreja também veio à liça, e para aumentar a santidade aumentou meia hora à missa!
Janeiro 02, 2012, 10:29:03
Eu era para desejar Bom 2012, mas, afinal, resolvi esperar até 31 dezembro para ver. Depois conversamos.
Cuidado. Apertem o cinto, porque o voo 2012, na sua rota vai apanhar muitos poços de ar! FigasAbraço,
Janeiro 01, 2012, 16:36:40
Boa tarde para todos
Janeiro 01, 2012, 12:52:49
UM 2012 PLENO DE SAÚDE, PAZ, FELICIDADE, ALEGRIA E SUCESSO, COM EXCELENTE ESCRITA À MISTURA, PARA TODOS MEMBROS E FAMILIARES DO "ESCRITARTES"!
Janeiro 01, 2012, 02:49:48
Feliz Ano Novo!
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