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Fugas => Escrita Contínua => : josé antonio December 07, 2008, 17:56:14 PM



: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: josé antonio December 07, 2008, 17:56:14 PM

ATÉ AÍ JÁ TODOS NÓS CHEGÁMOS. NÃO?


: Re: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: Luis F December 07, 2008, 18:02:14 PM
Concordo contigo... e muitas vezes já nem sobrevivemos


: Re: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: Goreti Dias December 07, 2008, 18:11:48 PM
Sem comentários... Herberto é Herberto. Só o nome já vende!


: Re: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: josé antonio December 22, 2008, 22:20:57 PM
Boa noite Goreti,

Como sabe:

Camões criou a língua portuguesa, Pessoa organizou-a e H. Helder ...
Abraço


: Re: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: Carla Ribeiro December 22, 2008, 22:25:43 PM
Eu concordo com o Luís... Muitas vezes nem se sobrevive.


: Re: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: josé antonio December 23, 2008, 22:58:18 PM
Olá Carla,

Pode-se sobreviver como o J.M.B. du Bocage - na cadeia!

A propósito: Completo a máxima da última mensagem: - Camões..., Pessoa... e H. Helder, destruíu-a...

Abraço


: Re: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: josé antonio December 24, 2008, 11:25:32 AM
Bom dia Luís Nunes,

Como sabe esta máxima interpretativa dos três poetas não é minha, mas partilho-a plenamente. Pessoalmente comecei a sorver a poesia quando jovem dentre muitos outros, do M. Alegre, Ary dos Santos, O'Neill, Natália Correia e como não poderia deixar de ser H. Helder. A "destruição" construída por HH assenta precisamente no transporte que nos consegue fazer ao sublime, como diz o Luís Filipe Pereira e muito bem, da "transfiguração da língua à sua máxima plenitude, numa reinvenção ..." à qual não ficamos de forma alguma indiferentes, mas sim maravilhados e "engolidos"  - cito: - "pela aspiração a um trabalho poético absoluto, como última ciência, esgotando a linguagem desse mundo". - aquando do lançamento do " A Faca Não Corta o Fogo". E ainda  : - Poesia apaixonada e sofrida, há ainda a realçar nestes poemas as linhas filosóficas ( ou as escolas de pensamento mais obscuro e de difícil detectação) que, provavelmente explicitam a radicalidade ontológica e linguística a que nos referimos... eclodem em versos de extrema violência imaginística e de transfiguração total dos dados do real, implícitas explicações para a inquietação existencial que transparece nos textos... "

Fraterno abraço.



Bom dia Luís Filipe Vieira,

Nem mais nem menos.
Aproveito para lhe renovar os votos de óptimo Ano Novo, repleto de saúde, sucesso e felicidade.
Abraço

Bom dia Dite,

Lá isso é e foi realidade ao fim duma semana...

Óptimo 2009 para si Dite.

Abraço


: Re: NÃO SE VIVE DA POESIA: SÓ SE SOBREVIVE
: josé antonio December 24, 2008, 20:00:24 PM
Luís,

As minhas sinceras desculpas pelo lapso.
Mas sabe como é a idade não perdoa...



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