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 1 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:14:25  
Iniciado por carlossoares - Última mensagem por Goreti Dias
Vamos ficar até aos fins dos tempos a discutir isto. Resolver a questão é que não. A minha opinião é demolidora: nunca conseguiremos esse equilíbrio!

 2 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:12:16  
Iniciado por Maria Gabriela de S√° - Última mensagem por Goreti Dias
Deixa l√° os passar√Ķes e fica pelos sonhos mais tranquilos.

 3 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:11:01  
Iniciado por Goreti Dias - Última mensagem por Goreti Dias
Grata pela amizade e atenção.

 4 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:10:16  
Iniciado por CAMPISTA CABRAL - Última mensagem por Goreti Dias
Olhe, é mesmo isso: coitado do mundo!

 5 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:09:30  
Iniciado por Maria Gabriela de S√° - Última mensagem por Goreti Dias
De nada, madame.

 6 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:08:55  
Iniciado por Maria Gabriela de S√° - Última mensagem por Goreti Dias
Li e respondi-te a isto em outro lugar. E volto a dizer o mesmo: zela por eles. N√£o h√° muito disso.

 7 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:08:02  
Iniciado por Na√ß√£o Valente - Última mensagem por Goreti Dias
Bora lá que eu depois venho ler! Não me apetece lidar com políticos (e polícias)a esta hora, ainda que bem escritos por ti!

 8 
 em: Janeiro 18, 2021, 20:06:07  
Iniciado por Na√ß√£o Valente - Última mensagem por Na√ß√£o Valente
XXVIII

Como homem previdente Joaquim tinha marcado mesa. Naquele famoso restaurante de Cascais, n√£o era f√°cil conseguir lugar, em cima da hora.- Acho que faz sentido. E que fazemos?
- Que fazemos? √Č quase hora de almo√ßo. Como tamb√©m sou terra a terra, vamos comer ao Jo√£o Padeiro


Um empregado  conduziu-os √† mesa reservada. Joaquim, como ‚Äúbom garfo‚ÄĚ e mais animado, disse para Rosalinda:

-Se não estou enganado, nunca tinhas vindo a este sítio. Também não vinha cá desde os anos setenta. Mas já que viemos para esta zona, matamos dois coelhos com uma cajadada, isto é aproveitamos para dar vida ao pecado da gula. A ementa é variada, mas eu sugiro-te o cabrito ao padeiro, uma especialidade de comer e chorar por mais.
-Aceito a tua sugestão.- disse Rosalinda -A experiência diz-me que as tuas escolhas, em gastronomia, são acertadas.
- Creio que n√£o te vais arrepender. Eu nunca me arrependi de c√° vir, quando as instala√ß√Ķes eram outras. No outro local onde vinha em 1973, era frequentado por pol√≠ticos e empres√°rios. Nessa altura, houve um dia em que vim com amigos, e em que me arrependi. De tal modo que nunca mais voltei. E se n√£o fosse ser desagrad√°vel para os companheiros, teria sa√≠do. Imaginas quem estava sentado numa mesa pr√≥xima?
- Como posso imaginar Joaquim? Nesse ano, era uma jovem que vivia num bairro popular com a minha m√£e. N√£o frequent√°vamos lugares como este.

- Também não o frequentava regularmente. Frequentava, uma vez por outra, devido a algum evento especial, como foi, nesse dia, o aniversário do Carlão, então companheiro de quarto. Voltando às presenças que me perturbaram, eram pessoas com quem muita gente não gostaria de se cruzar. Tratava-se de três esbirros da polícia política que tinham estado ligados ao assassinato do general Delgado: Rosa Casaco Casimiro Monteiro, Agostinho Tienza. Cruzei-me com Casaco, quando estive preso na António Maria Cardoso. no ultimo ano de existência do regime, e nunca esqueci aquela cara.
O assassinato do General com a sua secretária aconteceu em Fevereiro de 1965, na região de Olivença. O julgamento dos culpados, incluindo Silva Pais e Barbieri Cardoso, que dirigiam a Pide, foi feito depois de Abril de 1974, por um tribunal militar, concretamente em 1978. Lembras-te desse julgamento, Rosalinda?
- Sim. Foi falado na comunica√ß√£o social, mas passou-me ao lado. N√£o me interessava muito pela pol√≠tica. A minha participa√ß√£o resumia-se a um voto quando havia elei√ß√Ķes. A escolha tinha uma componente influenciada pela simpatia, por esta ou aquela figura.-  concluiu Rosalinda, mais interessada no cabrito, do que naquela hist√≥ria.
- Durante o julgamento,- continuou Joaquim- e com base nos depoimentos dos implicados, surgiram vers√Ķes contradit√≥rias. Assumido o assassinato, notou-se a inten√ß√£o de que este n√£o estava previsto no plano tra√ßado pela Pide, que consistiria numa opera√ß√£o designada ‚ÄúOutono‚ÄĚ e que visava prender Delgado e julg√°-lo como inimigo do Estado, como implicado no ataque ao quartel de Beja anos antes. A Opera√ß√£o Outono, consistiria em atrair o General a um encontro com oposicionistas, utilizando agentes infiltrados no grupo de apoio do General. O assassinato ter√° sido perpetrado por Casimiro Monteiro, que atirou sobre eles, √† revelia do  queestava programado, segundo a vers√£o de Rosa Casaco
O corpos colocados numa vala, e tapados com pedras e ramos junto de Villa Nueva del Fresno, foram descobertos por crianças meses mais tarde, identificados e autopsiados pela polícia espanhola. No seu relatório lê-se que Delgado foi morto à pancada, e que a sua secretária foi estrangulada. O disparo de tiros terá partido da pistola do General, quando percebeu que tinha caído numa armadilha. O regime, na altura, sacudiu a água do capote, e acusou a oposição dos crimes, numa luta entre grupos oposicionistas rivais.
Aquelas figuras sinistras que executaram a opera√ß√£o Outono, e que naquela noite estavam a comer neste restaurante, foram promovidos a seguir, tendo alguns ido para √Āfrica. Continuaram a manter a cumplicidade num assassinato encomendado. Dos testemunhos recolhidos apurou-se que Salazar estaria ao corrente da opera√ß√£o, uma vez que a PIDE n√£o desencadeava ac√ß√Ķes dessa envergadura, sem o seu conhecimento. Ficou por saber de quem partiu a ideia.

Hoje, passados muitos anos, aqui estou novamente, em boa companhia, e sem esbirros a tirar-me o prazer da mesa. Aprecio a paciência que tens para me ouvir, com assuntos que já são história. Mas considero importante que não a esqueçamos, para podermos estar neste e noutro lugar, sem medo de ser vigiados e de ser limitados na nossa liberdade. E não te esqueças, continua a haver gente dessa à nossa volta, que se deixarmos, nos voltam a oprimir.

Uma travessa fumegante, trazia o cabrito saído do forno. Joaquim atendeu o telemóvel.
--Estou? -  disse o detective.- Quem fala?
- J√° n√£o me conheces a voz, magan√£o? Sou o Malange.
- Malange? Como estás velho amigo, velho no sentido carinhoso. Espera…
- Rosalinda, começa a servir-te…
- N√£o me digas, Correia, que j√° arranjaste pendura.
-Tens razão Malanje, mas não é como tu pensas. Rosalinda é a minha secretária, e agora também colaboradora. Estamos em trabalho. E por aí como vão as coisas, carago? E o Contreras, também está bem?. Não te vou dizer que estou surpreendido. Estava a pensar em ti. Às vezes acredito na transmissão de pensamentos. Só não consigo intuir porque ligastes.
- Indo directo ao assunto, telefonei para te convidar, para um almoço de despedida. Chegou o meu tempo e o do Contreras de deixar a PJ. Somos da mesma idade. O Contreras tem andado um bocado em baixo…
- √Č do stress da sa√≠da?
-Qual stress da sa√≠da, qual carapu√ßa. √Č porque a Elvira, a mulher, o deixou. Agora que √© quase sexagen√°rio, come√ßou a andar por casas de alterne e meteu-se com uma lambisgoia. Adiante. Conto contigo aqui na invicta. E podes trazer a tua secret√°ria.
- N√£o faltarei grande amigo. Terei muito gosto. Precisamos de p√īr a conversa em dia. Agora vou ferrar o dente num cabrito √† padeiro. √Čs servido?
- Quem dera, Correia…Depois dou-te mais pormenores, sobre o evento.
-  Ora Rosalinda, obrigado por me teres servido. ‚Äď disse Correia depois de ter desligado a chamada ‚Äď Estive a falar com um companheiro da pol√≠cia, que est√° no Porto, e que vai aposentar-se. Com ele e Contreras, com quem tem feito equipa, fiz v√°rias forma√ß√Ķes. Estamos convidados para a festa de despedida. Al√©m disso, Malanje e Contreras, investigaram um caso de esfaqueamento na R√©gua. Os principais implicados fugiram para Angola, e eles tiveram contactos com a pol√≠cia angolana. Podem ser-nos √ļteis no caso de tr√°fico de meninas.
- E os acusados foram presos? ‚Äď perguntou  Rosalinda, enquanto servia Joaquim.
- N√£o. A vers√£o oficial da pol√≠cia, foi de que se mataram um ao outro. Mas Malanje disse-me que nunca acreditou que isso tivesse acontecido. Para ele n√£o passou de uma manobra de pol√≠ticos, para os proteger. Malanje considera que est√£o vivos, e continuam ligados a actividades criminosas. Obrigado Rosalinda, mais uma vez, por me servires. √Čs uma mulher para quase todo o servi√ßo. Vamos l√° ao cabrito.
- Concordo, acentuando o quase.


Laura encontrou-se com Ot√≠lia, a filha de Clotilde, a prostituta assassinada pelo ‚Äúestripador‚ÄĚ, para preparem o dossi√™ com as informa√ß√Ķes que foram reunindo, em informa√ß√Ķes dispersas por v√°rias publica√ß√Ķes. Tinha chegado a vez de JCorreia entrar em ac√ß√£o. O conhecimento que ele tinha do processo de investiga√ß√£o era fundamental. Decidiram convid√°-lo para um encontro para analisarem a situa√ß√£o.

Continua

 9 
 em: Janeiro 18, 2021, 18:26:08  
Iniciado por Maria Gabriela de S√° - Última mensagem por Maria Gabriela de S√°

          Se eu andasse na escola prim√°ria e a professora me pedisse para fazer uma redac√ß√£o sobre a amizade e a sensibilidade, talvez n√£o soubesse bem o que dizer. Diria, contudo, alguma coisa: ser amigo de algu√©m √© ser ombro, m√£o, p√© e o cora√ß√£o com que se sente a alegria, o prazer e tamb√©m a dor. Enfim, a amizade √© sin√≥nimo de empatia, quando pequenos gestos nos fazem transbordar a alma e nos deixam no rosto um sorriso, que n√£o √© outra coisa sen√£o carinho.

          Hoje, para dizer alguma coisa sobre o tema, n√£o preciso de ir por a√≠, pela teoria. Socorro-me de exemplos pr√°ticos e de situa√ß√Ķes emp√≠ricas, mais capazes de falarem de si com toda a eloqu√™ncia.

          No dia 6 de Janeiro, comecei mal o ano ao partir o ecr√£ do televisor do meu quarto. O aparelho ficou, definitivamente, sem conserto, aqui em Portugal onde, como em muitos outros pa√≠ses, as poucas coisas que se v√£o consertando s√£o os carros, as motos, as casas e pouco mais, se excluirmos as cabe√ßas partidas e outros membros do corpo, quebrados, empenados ou doentes simplesmente.

          Depois, para continuar a usufruir dos meus h√°bitos de ver televis√£o at√© √† hora em que o galo canta e as galinhas se levantam, l√° tive de ir comprar outro aparelho e desfazer-me do aleijado e in√ļtil televisor.
Mas isto não interessa para nada aqui. O que eu queria falar era do senhor Valério e da Lenhina, um casal de ucranianos que, desde que vim lás das bandas de Aveiro de armas e bagagens e me instalei aqui para os lados de Ermesinde, se tornaram nos meus vizinhos, ao pé da porta e à mão.
 
          Quando cheguei, ele que, l√° na Ucr√Ęnia, perto de Kiev, era engenheiro de m√°quinas, pintou-me a casa da cor que eu quis e muita gente n√£o gosta mas eu √© que mando, reparou quase tudo que estava estragado e era pass√≠vel de arranjo ou melhoria.

          Depois, √† medida que o tempo foi passando, o senhor Val√©rio e a Leninha, ele a viver em Portugal far√° neste 2021 vinte anos e ela um pouco menos, tornaram-se nos anjos-da-guarda desta minha terr√°quea dimens√£o. Anjos-da-guarda de carne e osso, que passam, aqui em Portugal, pelos confrangimentos pr√≥prios da sua condi√ß√£o de emigrantes (juro que n√£o sei se √© com ‚Äúe‚ÄĚ ou com ‚Äúi‚ÄĚ. Nunca o saberei e j√° n√£o me vale a pena tentar fixar), e pelas necessidades comuns a toda a gente, entre as quais, comer. A Lenhina tamb√©m faz o favor de me arranjar as unhas a desoras, quando vem cansada de trabalhar, agora que ela e o marido, o senhor Val√©rio, se tornaram meus amigos.

          Assim, no Natal, dei-lhes um bacalhau que, mais do que tudo, pretendia simbolizar a minha gratid√£o por tantos gestos para comigo quando pequenos desaires dom√©sticos me acontecem e eu, como se ele fosse um bombeiro em servi√ßo permanente, me socorro imediatamente do senhor Val√©rio para repor a ordem na casa.

          A seguir veio ele, gentilmente, com um chocolate ucraniano (que ainda n√£o provei, dado que o meu aparelho digestivo tem andado assim um bocado esquisito quanto a certas esp√©cies de comida) e uns tantos livros em portugu√™s, que as pessoas deixaram para tr√°s quando mudaram de habita√ß√£o. Diz-me que, no pr√©dio, sou a √ļnica pessoa inteligente que se interessa por livros‚Ķ

          (√Äs vezes acho gra√ßa ao seu portugu√™s falado de dezoito anos em Portugal. Quando alguma coisa se estraga e ele conserta, em vez de me dizer ‚Äúexperimente‚ÄĚ diz, ‚Äúprove‚ÄĚ. E eu esbo√ßo um sorriso. Afinal, toda a gente diz que a L√≠ngua Portuguesa n√£o √© nada f√°cil. As excep√ß√Ķes √† regra s√£o tantas que podem confundir. E agora, pelo confinamento do in√≠cio deste ano, percebo porqu√™. As prerrogativas s√£o igualmente imensas e anda para a√≠ toda a gente a passear-se, de m√°scara ou sem ela, com c√£es, sozinhas ou assim, assim).

          Os meus amigos ainda hoje se espantam um pouco por n√£o arranjarmos nada. Diziam que as m√£os de fada e de duende ainda abundam na Ucr√Ęnia, e que um televisor sem cara poder√° muito bem ser submetido a uma opera√ß√£o pl√°stica que lhe devolva a ele o rosto e a n√≥s o prazer de ver o Ricardo Ara√ļjo Pereira a catar as p√©rolas pol√≠ticas desta campanha, entre outras coisas.

          E foi assim que o meu mais recente aleijado caseiro ficou com o destino tra√ßado de viajar at√© √† p√°tria de ambos.

          Quando ele, de m√°scara, entrou no hall para o levar, trazia nas m√£os uma caixinha:
          -S√£o rebu√ßados ‚Äď disse entretanto. Dizem que se deve ter sempre uma tacinha com rebu√ßados para darmos √†s crian√ßas e aos amigos quando nos visitam.
          E ent√£o eu senti um toque no cora√ß√£o que me levou a querer escrever sobre rebu√ßados.

 10 
 em: Janeiro 18, 2021, 00:20:04  
Iniciado por Na√ß√£o Valente - Última mensagem por Maria Gabriela de S√°
E continuando...

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Bom dia para todos!
Março 20, 2020, 15:06:31
Ol√° para todos!
Março 19, 2020, 22:59:05
Olá para todos! Espero que estejam bem, na medida do possível!
Fevereiro 18, 2020, 18:50:53
Ol√° Margarida. Seja bem aparecida.
Fevereiro 18, 2020, 18:41:32
Boas!
Fevereiro 10, 2020, 19:37:51
Boa noite!
Janeiro 29, 2020, 20:06:36
Oi pessoal. FigasAbraço
Janeiro 27, 2020, 20:16:38
Boa noite a todos
Janeiro 15, 2020, 17:52:14
Boa tarde a todos
Janeiro 10, 2020, 14:03:15
Boa tarde a todos
Janeiro 06, 2020, 14:46:26
Boa tarde a todos
Janeiro 01, 2020, 20:02:37
Bom ano feliz para todos.
Janeiro 01, 2020, 10:32:02
Bom Ano!
Dezembro 18, 2019, 16:48:08
Boa tarde!
Dezembro 06, 2019, 20:13:01
Boa noite feliz para todos
Dezembro 02, 2019, 21:57:04
Boa noite feliz para todos.
Dezembro 01, 2019, 19:51:29
Boa noite feliz para todos
Dezembro 01, 2019, 18:52:15
Boa noite!
Novembro 29, 2019, 20:32:37
Boa noite feliz para todos.
Novembro 29, 2019, 17:37:17
Boa tarde!
Novembro 29, 2019, 17:35:53
Boa tarde a todos!
Novembro 12, 2019, 18:18:18
um abraço para a administração, para quem dinamiza este espaço, seja como escritor, como leitor, como comentador.
Novembro 12, 2019, 18:15:54
margarida, plenamente de acordo.
Novembro 11, 2019, 11:31:31
Bom dia. Se todos fizerem igual, n√£o h√° coment√°rios.
Novembro 09, 2019, 14:53:10
Oi Dion√≠sio. Obrigado pelo teu coment√°rio. Desculpa eu ser relapso a fazer muitos coment√°rios. Evito-os, para n√£o  louvar uns ou criticar outros. Prefiro ficar na minha, ficar no que me parece. O meu principio geral: escrever, quem l√™ l√™, quem n√£o l√™ n√£o l√™. Ponto. Leio poesia d'outros, m
Novembro 01, 2019, 14:41:40
Boa tarde  todos. Os que est√£o e os que vir√£o.
Outubro 31, 2019, 14:58:38
Parabéns, Figas. Parabéns a todos os que lêem e que escrevem, parabéns a todos os que partilham escritas e comentários.
 
Outubro 10, 2019, 12:24:06
Bom dia. Hoje, andaei a pastar pelas 351 páginas da poesia e encontrei 32 poemas meus, milionários de leituras. com média de 1209 leituras cada. Obrigado a todos os meus contribuintes de lucros poéticos. FigasAbração, a todos. Nota: O Campeão é o Linguagem Decente, com 3692 leituras.Viva a D
Julho 29, 2019, 22:55:56
Olá para todos! Boas histórias e boas escritas!
Julho 02, 2019, 07:05:22
Bom dia!
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