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Vanda Paz
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« em: Julho 14, 2009, 15:24:17 » |
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Arrebatadora Era a palavra que morreu Sem nunca ser dita Morreu virgem Do seu momento Morreu ausente De sentimento
Pálida a parede Que esconde o horizonte Limita o fundo E castra o olhar Ao azul do céu Ao calor do sol Ou ao verde do mar
Arrebatadora A parede Que morreu Virgem No fundo do olhar Castradora do momento Do calor Do céu Do mar … Do sentimento
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Vanda Paz
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Tom
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Quanto menos penso mais existo
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« Responder #1 em: Julho 14, 2009, 15:32:38 » |
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Vanda Por vezes criamos paredes imaginárias e calamos as palavras... Bj Tom
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goretidias
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« Responder #2 em: Julho 14, 2009, 17:33:48 » |
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Há tantas paredes assim, Vanda! São assustadoras. Beijo
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Goretidias
Todos os textos registados no IGAC sob o número: 358/2009
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Vanda Paz
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« Responder #3 em: Julho 15, 2009, 23:29:40 » |
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Tom Julio Sraiva Goreti Obrigada pelos comentários Inúmeras são as paredes que nos crescem no dia a dia, interessa é saber se vale a pena derrubá-las ou simplesmente contorná-las Beijos sem paredes 
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Vóny Ferreira
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« Responder #4 em: Julho 15, 2009, 23:33:40 » |
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"Arrebatadora Era a palavra que morreu Sem nunca ser dita Morreu virgem Do seu momento Morreu ausente De sentimento!
Quantas vezes criamos muros até entre as pessoas porque um qualquer degrau nos levou arranhar? Gostei muito do poema. Muros e muros é o que mais se ergue na vida das pessoass. Beijo, Vanda Vóny Ferreira
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Vóny Ferreira De nada nos valeram os abraços O toque sublime do nosso olhar Ah... E nós que tivemos a um pequeno passo De nos fundirmos num etéreo, AMOR! Vóny Ferreira http://vony-ferreira.blogspot.com
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gdec2001
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« Responder #5 em: Julho 16, 2009, 01:34:14 » |
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Derrubar as paredes e tornar a derruba-las Não deixemos que fique pedra sobre pedra Comamo-las se for necessário . Geraldes de Carvalho
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Geraldes de Carvalho
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carlossoares
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« Responder #6 em: Julho 16, 2009, 11:03:03 » |
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Vanda Paz
As paredes, os muros, que tanto trabalho dão a erguer...Podem ser fortalezas, muralhas, decorativos, limites...Refúgios, ou pontos avançados na rechaça de hostilidades, desconfianças, medos. E podem ser prisões. Mas não há prisões como as que são feitas de palavras! Abraço
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Carlos Ricardo Soares
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Dolores
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Porque nos revemos uns nos outros....
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« Responder #7 em: Julho 16, 2009, 16:31:14 » |
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Vanda, encantada com a sua visita. Obrigada
O seu poema fez-me rasgar algumas folhas de papel quais paredes que se focam no silêncio das palavras e as tocam ao de leve, só para lembrar que são um todo em todos os silêncios.
Beijos
Dolores Marques
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Dolores Marques
Porque nos revemos uns nos outros...
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josé antonio
Moderador Global
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escrever é um acto de partilha
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« Responder #8 em: Julho 16, 2009, 17:56:27 » |
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Olá vanda,  José António
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Vanda Paz
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« Responder #9 em: Julho 18, 2009, 09:44:33 » |
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Ivone
Quanta vezes sim. Temos de realmente de ter coragem para derrubá-los
Obrigada e Abraço
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Domingos
Acho que tem razão, nunca deixá-los virgens.
Obrigada
Abraço
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Amigo Geraldes
há que ter força e fome, para que não fique pedra nenhuma
obrigada
Beijo
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Carlossoares
Como te compreendo, amigo.
As palavras são muito poderosas
Beijos
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Dolores
Será o silêncio uma parede também???
Obrigada
Beijos
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José António
E se fosse uma parede de copos cheios de espumante???
ehehe
Beijos
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