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Autor Tópico: A Gata dos Telhados XXI  (Lida 1411 vezes)
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Maria Gabriela de S√°
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« Responder #30 em: Setembro 06, 2020, 20:51:55 »

As memórias são como as cerejas. Pena que às vezes só nos sem dos bolsos memórias podres...


Boa continuação
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Dizem de mim que talvez valha a pena conhecer-me.
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outono


« Responder #31 em: Setembro 12, 2020, 18:50:00 »

XX
Rosalinda regressou com as compras. Estava a anoitecer. Abriu a porta e apenas escuridão e silêncio. JCorreia, dormia a bom dormir, com um charuto apagado na boca. Rosalinda preparou uma refeição frugal à base de saladas. Tinha entrado na casa dos cinquenta. Começava a preocupar-se com a linha.
Acordou cedo. JCorreia continuava a dormir. Parecia estar a recuperar de ins√≥nias acumuladas. Resolveu sair para continuar as investiga√ß√Ķes em curso. N√£o lhe fora atribu√≠da essa tarefa, mas desde que Dami√£o, o marido, fora preso, que parecia ter renascido. Liberta dos deveres dom√©sticos e da clausura marital, estava a ganhar asas para novos voos. Come√ßara a ganhar gosto pela investiga√ß√£o policial e queria deixar de ser uma rotineira secret√°ria.
Dirigiu-se para a seguradora onde trabalhava o marido de Idalina. Perguntou se Ernesto tinha regressado ao trabalho, pois era o seu agente se seguros. A resposta foi taxativa. ‚ÄúDesapareceu sem ter dado qualquer justifica√ß√£o. A sua companheira informou que tamb√©m n√£o sabia qual era o seu paradeiro‚ÄĚ. Para a empresa era caso encerrado. N√£o fazia parte dos seus quadros por abandono de posto de trabalho. Rosalinda tinha-o avistado, junto √† esta√ß√£o do metropolitano de Avalade, no dia em que seguia a sua mulher. Que papel desempenharia neste caso? Decerto que n√£o seria um joker!
Rosalinda subiu at√© ao largo de Cam√Ķes e desceu at√© meio da rua do Alecrim. Procurou um local onde pudesse observar entradas e sa√≠das da empresa Figueira & Laranjeira, impor/export. Ao fim de cerca de uma hora viu sair Idalina com um embrulho na m√£o. Desceu a rua at√© √† esta√ß√£o do Cais Sodr√©, onde entrou. Cruzou-se com um homem a quem entregou o embrulho que transportava e seguiu o seu caminho. Este dirigiu-se para o cais e entrou num comboio que ia partir. Durante uns fugazes segundos viu-lhe a cara. N√£o havia d√ļvida, tratava-se do dito marido desaparecido. Rosalinda sentiu-se confortada. A investiga√ß√£o estava a fazer progressos. Uma facto estava comprovado, Idalina tinha programado o seu desaparecimento, como para negar a sua exist√™ncia. Pensou que Joaquim Correia iria ficar satisfeito.
JCorreia adormeceu com o dia e com ele acordou. Durante as longas horas de sono perdeu um pouco a noção da realidade e achou estranho o ambiente envolvente. Ainda continuava nos anos setenta, na sequência da viagem a Freixo-de Espada-à-Cinta, com o Carlitos. Na sua mente persistia o dia do regresso. A sua vida dera um novo passo. Abamdonara o trabalho precário de vendedor de livros e estava a tirar o curso para ingressar no metropolitano como maquinista. Iria fazer parte dos quadros da empresa, com uma situação mais estável, o que também teve reflexos no seu estado de espírito.
Ao entrar no restaurante onde costumava jantar, viu a actriz Irene, sua vizinha, sentada snuma mesa, sem acompanhante. Com o restaurante cheio, perdeu a vergonha, e perguntou-lhe se se podia sentar. Irene sorriu e disse que sim. Foi o início de uma relação amorosa, livre e sem compromissos. Irene era liberal na política e nos costumes. Tirava o melhor que podia de cada momento. Não lhe interessava qualquer compromisso sério, queria manter a sua independência e a sua liberdade. Para Joaquim Correia foi um período de aprendizagem sobre o mundo do espectáculo. Para além das aparências, apenas uma grande devoção à profissão mantinha muitos deles nessas actividades. Trabalho sempre precário, geralmente mal remunerado. Com excepção de alguns nomes mais famosos, a maioria dos artistas, vivia no limiar da sobrevivência. Joaquim que, em tempos, fora atraído pelas luzes da ribalta, e até fizera um perninha no teatro amador, percebeu essa realidade que estava para além da fantasia. Mas a relação com Irene foi um momento importante que apesar dos altos e baixos, deixou marcas na sua vida. Boa recordação de um tempo ao qual não se importava de voltar.
A campainha do telem√≥vel, trouxe-o de volta √† realidade, como despertador que nos acorda para um novo dia, que de novo apenas tem um n√ļmero no calend√°rio.
-Al√ī, fala Rosalinda.
-Rosalinda? Mas por onde andas? Parece que não te ouço há uma eternidade. E muito menos te reconheço, nesse linguajar abrasileirado. Andas a ver muitas novelas?
-Nem por isso. Enquanto dormes eu trabalho, como me compete,-disse -procurando introduzir na conversa alguma ironia.
-Devo estar dentro de um sonho √Čs mesmo a Rosalinda? Na investiga√ß√£o? N√£o me lembro de te dar nenhuma tarefa.
-Sou a mesma, sendo outra. Acordei cedo, estavas a dormir, e resolvi avançar. Tenho novidades. E vê lá se regressas à real. Toma um banho gelado.
-Caramba Rosalinda, mas que se passa. Deu-te para filosofar? E queres ocupar o meu lugar? Isto parece um golpe de ‚Äúestado‚ÄĚ
-Ora,ora, nunca quis o que não me pertence. . Mas a sério, temos que falar. Porque não vens até ao cais Sodré. Há por aqui sítios simpáticos para almoçar.
-Combinado. Vou tomar um banho para ver se saio do estado catatónico.
JCorreia levantou-se. Sentia a cabe√ßa pesada, e custou-lhe arrastar-se para a banheira. O est√īmago clamava por um anti√°cido. Quando a √°gua quente come√ßou a acariciar-lhe a pele, percebeu porque raz√£o nunca tinha casado. Uma das raz√Ķes era n√£o ter de andar a toque de caixa de uma mulher, que era o que lhe estava a acontecer. Saiu do banho mais aliviado. Dirigia-se para a cozinha quando o telem√≥vel voltou a tocar. Atendeu. Uma voz que parecia vir do fundo de um po√ßo disse-lhe. ‚ÄúTome aten√ß√£o e registe. Tenho informa√ß√Ķes sobre a Idalina que o ir√£o surpreender. Se n√£o quiser ouvir, desligue. Se estiver interessado, ou√ßa sem interrup√ß√Ķes‚ÄĚ.

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« Última modificação: Setembro 19, 2020, 19:54:16 por Na√ß√£o Valente » Registado
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« Responder #32 em: Setembro 12, 2020, 19:52:20 »

E  ouviu ou desligou? rsrsrs
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« Responder #33 em: Setembro 12, 2020, 20:21:04 »

Saudades destas estórias Wink
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outono


« Responder #34 em: Setembro 12, 2020, 20:59:51 »

Goreti, não sei. Quem sabe é o JCorreia, se é que sabe. M
Margarida, também pode ler o "O rapaz do isqueiro assassino" de Gabriela de Sá.
« Última modificação: Setembro 19, 2020, 19:51:59 por Na√ß√£o Valente » Registado
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« Responder #35 em: Setembro 18, 2020, 14:07:54 »

Sem cansaços de maior (teus, não da personagem), siga! Mais de 1300 leituras valem isso!
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outono


« Responder #36 em: Setembro 19, 2020, 19:50:12 »

XXI

JCorreia dirigia-se para a cozinha quando o telem√≥vel voltou a tocar. Atendeu. Uma voz que parecia vir do fundo de um po√ßo, disse: ‚ÄúTome aten√ß√£o e registe. Tenho informa√ß√Ķes sobre a Idalina que o ir√£o surpreender. Se n√£o quiser ouvir desligue. Se estiver interessado, ou√ßa sem interrup√ß√Ķes‚ÄĚ.

Jcorreia clicou no bot√£o desligar. Viera de outro tempo. O que mais o assustava era ser comandado pela tecnologia. E enquanto tivesse poder sobre ela, iria exerc√™-lo. Decerto que a utilizaria para falar com o Doutor Carlos Madeira, da Ordem dos Advogados. Conheceu-o quando frequentou a Faculdade de Direito, que abandonou precocemente. Seguiram caminhos diferentes, mas mantiveram a amizade cimentada nesses tempos. Precisava de informa√ß√Ķes sobre a doutora Laura, e Madeira era a pessoa indicada. Com o telem√≥vel amorda√ßado, entrou na cozinha. Preparou e bebeu um ch√° digestivo para acalmar a ressaca. A luz do sol matinal que lhe entrara portas adentro, como sempre fazia, causava-lhe tonturas. Fechou cortinas e sentou-se. A cria√ß√£o do detective  JCorreia para ocupar a disponibilidade  depois da aposenta√ß√£o, estava a arrast√°-lo para um pesadelo. Pensou que mais valia ter ocupado o tempo a escrever as suas mem√≥rias, ou qui√ß√°, romances policiais. Material n√£o lhe faltava. Mas lia poetas e prosadores e chegava √† conclus√£o que n√£o tinha unhas para tal guitarra. Escasseavam-lhe as met√°foras, n√£o era bem recebido por figuras de estilo. Por isso, quis continuar a ser pol√≠cia.
 O mais curioso √© que ser pol√≠cia nunca fora um sonho. Como em muitas outras coisas do seu percurso, aconteceu por acaso. Apareceu a oportunidade, sentiu que era mais uma rua que se abria e que n√£o se importava de percorrer. Concorreu, foi admitido, fez a forma√ß√£o, e viu-se pol√≠cia. √Äs vezes, pensava que estava no seu ADN. O seu pai fora transitoriamente Guarda Fiscal e o seu av√ī Guarda Republicano. Parecia estar no destino da fam√≠lia.
O seu av√ī, Baltazar Correia, entrara para a GNR depois de ter terminado a Primeira Guerra Mundial. Mobilizado em 1916, para fazer parte do Corpo Expedicion√°rio Portugu√™s, que ia combater para a Flandres, ainda pensou desertar. Para tal contribuiu um oficial antiguerrista da sua unidade militar. Quando foi √† terra, de licen√ßa, com o seu amigo de inf√Ęncia, Baltazar ponderou essa possibilidade. Tinham nascido no mesmo dia, eram companheiros insepar√°veis , quase irm√£os, e at√© namoravam duas irm√£s g√©meas. Na v√©spera do regresso ao quatel o seu amigo foi perent√≥rio.
-Baltazar, já decidiste se voltas? Eu não vou voltar até terminar a maldita guerra.
-Até aquele dia sempre tinham chegado a acordo sobre o que fazer. Baltazar, olhou-o nos olhos com tristeza e disse:
-Amigo, sou republicano desde que me conhe√ßo. Se o governo da Rep√ļblica decidiu ir para a guerra para defender os nossos interesses, estarei presente. Amanh√£ sozinho ou acompanhado regresso ao quartel.
 
Baltazar fez pela primeira vez a viagem at√© ao aquartelamento sem a companhia de Gaspar. Uma viagem a p√© subindo e descendo montes, que lhe pareceu mais longa que o habitual, talvez por a fazer  sozinho. Durante o trajecto assaltava-o uma d√ļvida: quem estava a ser mais corajoso? Ele que ia para uma guerra, ou Gaspar que se assumira como desertor? A solid√£o que se lhe colava √† pele  iria acompanh√°-lo nos anos seguintes.

 O seu regimento ter partido para Tancos a fim de fazer a prepara√ß√£o militar adequada aquele conflito. A viagem para Fran√ßa iniciou-se com o embarque no cais de Alc√Ęntara em 23 de Abril, de 1917,e terminou com a chegada √† frente de combate, ap√≥s uma nova forma√ß√£o militar na Flandres, para adapta√ß√£o √† guerra de trincheiras. Foi um per√≠odo muito complicado. A longa viagem, a falta de organiza√ß√£o do ex√©rcito, a adapta√ß√£o a um clima chuvoso e muito frio.
Para quem vinha de um pa√≠s de clima ameno, aquele frio que gelava corpo e alma, levava-o a pensar que talvez o inferno fosse melhor. Com o tempo, iria perceber, que o inferno s√≥ podia ser ali. A primeira experi√™ncia na linha da frente foi dif√≠cil. As trincheiras do sector entregue aos portugueses n√£o podiam ter mais de um metro de profundidade, por se situarem num terreno pantanoso, tendo de ser completadas com sacos de terra na superf√≠cie. O espa√ßo era ex√≠guo, lamacento, silencioso. Era preciso estar sempre atento ao inimigo. A press√£o f√≠sica e psicol√≥gica era constante. Baltazar que nascera e vivera numa aldeia, e estava habituado a condi√ß√Ķes de vida duras, teve momentos de des√Ęnimo. Ir √† terra de ningu√©m e ver restos de corpos, agoniava-o. Piolhos, pulgas, ratos, estavam sempre presentes. Baltazar nunca se esqueceu do poema musicado, ‚ÄúO piolho do soldado‚ÄĚ que se cantava na frente. Joaquim lembra-se de o ouvir repeti-lo, de vez em quando, cantarolando uma ou outra estrofe:

O piolho l√° na frente
Acompanha toda a gente,
√Č deveras um guerreiro
Quando sente o alem√£o
Ferra logo o seu ferr√£o
E p√Ķe alerta o seu dono.

JCorreia sentia-se um pouco perdido. Interrogou-se se teria seguido o caminho certo, tal como o seu av√ī o seguira, quando decidiu ir combater contra os alem√£es em 1916. A gata Judite apareceu como vinda do nada, e distraiu-o das suas reflex√Ķes.
-Por aqui Judite? Apareces e desapareces quando te apetece, e decerto que n√£o te angustias. Andas a espiar-me? Uma coisa te digo, n√£o vais conseguir captar os meus pensamentos. Que sabes tu das guerras dos humanos? Escaramu√ßas entre gatos comparadas com isso, s√£o brincadeiras. Adiante. Tenho de ir ter com a Rosalinda. J√° estou atrasado. Mas antes de ir vou dar de beber √† dor. Apenas dois goles de ‚Äúvisque‚ÄĚ para ganhar coragem. Tu n√£o viste nada.

Rosalinda estava à sua espera numa pastelaria com vista para o rio. Enquanto aguardava por JCorreia, apreciava o movimento dos barcos a subir e a descer. Este avisara-a que chegaria depois do almoço. Entrou e viu-a a folhear um jornal enquanto bebia o café. Sentou-se. Uma menina com um ar muito jovem perguntou:
-O que vai pedir
-Quero uma meiga de leite, respondeu.
-Não devo ter ouvido bem...é uma meia de leite?
-N√£o. Uma meiga de leite, insistiu.
-Não sei o que é?
-N√£o sabe? Est√° mesmo √† minha frente, novinha e meiga. H√° l√° coisa mais saborosa que uma meiga de leite, para levantar o √Ęnimo, a um quase anci√£o. Com respeito e boas inten√ß√Ķes.
A jovem corou ligeiramente, sorriu e disse:
-Estou a trabalhar, e não costumo brincar em serviço. Só depois de sair.
-N√£o ligue-disse Rosalinda-traga a meia de leite.
A moça afastou-se. Rosalinda falou:
-Que se passa Joaquim? Não te reconheço. Não te conhecia esta faceta. A galantear jovenzinhas? Ainda te acusam de assédio.
-Espantas-me Rosalinda. At√© parece que tens ci√ļmes. Ser√° por o trambolho do teu marido estar engavetado?
-Voltastes a beber, Joaquim? Só pode,
-Admito, e n√£o posso. Mas a barra est√° a ser pesada. Deixa-me disparatar. Se me encontrares com um copo de liquido amarelo, tens campo livre para me dares uma chapada. Mas afinal, quais s√£o as novidades?
Rosalinda, contou-lhe o que tinha descoberto quando seguiu Idalina, a cliente do caso do marido desaparecido. JCorreia, ouviu-a com toda a atenção, e respondeu.
-Fizeste um bom trabalho. No entanto, considero que estamos a seguir uma pista falsa. Esse caso parece-me uma manobra de diversão. Vamos concentrar-nos na doutora Laura. Já marquei um encontro com um amigo da Ordem dos Advogados. Depois, se for o caso, voltamos à Idalina.

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Maria Gabriela de S√°
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« Responder #37 em: Setembro 19, 2020, 23:02:55 »

Até parece que anda a ver telenovelas onde há maridos desaparecidos, quiçá, mortos...
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Bom dia para todos!
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Ol√° para todos!
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Olá para todos! Espero que estejam bem, na medida do possível!
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Ol√° Margarida. Seja bem aparecida.
Fevereiro 18, 2020, 18:41:32
Boas!
Fevereiro 10, 2020, 19:37:51
Boa noite!
Janeiro 29, 2020, 20:06:36
Oi pessoal. FigasAbraço
Janeiro 27, 2020, 20:16:38
Boa noite a todos
Janeiro 15, 2020, 17:52:14
Boa tarde a todos
Janeiro 10, 2020, 14:03:15
Boa tarde a todos
Janeiro 06, 2020, 14:46:26
Boa tarde a todos
Janeiro 01, 2020, 20:02:37
Bom ano feliz para todos.
Janeiro 01, 2020, 10:32:02
Bom Ano!
Dezembro 18, 2019, 16:48:08
Boa tarde!
Dezembro 06, 2019, 20:13:01
Boa noite feliz para todos
Dezembro 02, 2019, 21:57:04
Boa noite feliz para todos.
Dezembro 01, 2019, 19:51:29
Boa noite feliz para todos
Dezembro 01, 2019, 18:52:15
Boa noite!
Novembro 29, 2019, 20:32:37
Boa noite feliz para todos.
Novembro 29, 2019, 17:37:17
Boa tarde!
Novembro 29, 2019, 17:35:53
Boa tarde a todos!
Novembro 12, 2019, 18:18:18
um abraço para a administração, para quem dinamiza este espaço, seja como escritor, como leitor, como comentador.
Novembro 12, 2019, 18:15:54
margarida, plenamente de acordo.
Novembro 11, 2019, 11:31:31
Bom dia. Se todos fizerem igual, n√£o h√° coment√°rios.
Novembro 09, 2019, 14:53:10
Oi Dion√≠sio. Obrigado pelo teu coment√°rio. Desculpa eu ser relapso a fazer muitos coment√°rios. Evito-os, para n√£o  louvar uns ou criticar outros. Prefiro ficar na minha, ficar no que me parece. O meu principio geral: escrever, quem l√™ l√™, quem n√£o l√™ n√£o l√™. Ponto. Leio poesia d'outros, m
Novembro 01, 2019, 14:41:40
Boa tarde  todos. Os que est√£o e os que vir√£o.
Outubro 31, 2019, 14:58:38
Parabéns, Figas. Parabéns a todos os que lêem e que escrevem, parabéns a todos os que partilham escritas e comentários.
 
Outubro 10, 2019, 12:24:06
Bom dia. Hoje, andaei a pastar pelas 351 páginas da poesia e encontrei 32 poemas meus, milionários de leituras. com média de 1209 leituras cada. Obrigado a todos os meus contribuintes de lucros poéticos. FigasAbração, a todos. Nota: O Campeão é o Linguagem Decente, com 3692 leituras.Viva a D
Julho 29, 2019, 22:55:56
Olá para todos! Boas histórias e boas escritas!
Julho 02, 2019, 07:05:22
Bom dia!
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