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Autor Tópico: Gat√£o  (Lida 10460 vezes)
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Goreti Dias
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« em: Setembro 18, 2009, 11:52:10 »

Gat√£o


   Maria In√™s era uma menina de 6 anos com lindos olhos azuis, muito vivos. Tinha entrado h√° um m√™s para o 1¬ļ ano de uma escola no meio da serra. N√£o tinha muitos colegas na pequena escola. Eram apenas 15 alunos ao todo. Mas ... como eram amigos! De manh√£, a caminho das aulas, passavam pelas casas uns dos outros e l√° se iam juntando num pequeno bando barulhento. Apanhavam flores silvestres pelo campo fora para, chegados √† escola, as entregarem √† professora. E como ela fazia lindos arranjos com as queir√≥s, as pinhas e os ramos de carvalho, no Outono! Para tudo o que eles levavam se arranjava uma utilidade.
   Um dia, o Manuel do 4¬ļ ano encontrou uma pedra oval, muito branca, muito polida. Entrada nas m√£os da professora, transformou-se, imaginem, num lindo peixe de fantasia, claro! Ela desenhara-lhe uns olhos, umas lindas escamas e o Manuel, todo contente, dera-lhe uma camada de verniz. Que lindo ficou o peixe!
   Outro dia...bem, num outro dia, encontraram algo bem mais s√©rio. Perto da casa do Sim√£o, outro menino do 4¬ļ ano, aperceberam-se de um leve gemido que parecia vir de tr√°s da parede do quintal. Que estranho! O que seria aquilo? O Manuel saltou o muro para ver se descobria o que gemia daquela forma t√£o dolorosa. N√£o foi dif√≠cil. Logo ali atr√°s do muro, um pobre c√£ozinho, todo encolhido, gemia com uma perna partida. O rapaz, um pouco receoso, aproximou-se do indefeso animalzinho e, com muito cuidado, pegou-lhe ao colo. O bichinho, muito encolhido, nem ofereceu resist√™ncia. Voltou a saltar a veda√ß√£o do quintal para junto dos companheiros e l√° ficou com o c√£o nos bra√ßos, sem saber o que fazer. Foi Maria In√™s quem resolveu:
-   Levamo-lo para a escola. Pode ser que a professora saiba cur√°-lo.
E logo o Manuel:
-   Tu ‚Äėst√°s doida! Vamos agora levar o c√£o p‚Äôra escola! A professora n√£o vai querer l√° o c√£o.
Porém, Maria Inês tanto insistiu que o Manuel acabou por lhe passar o cão para os braços e dizer que o levasse ela, então. E ela não se fez rogada. Lá seguiu, caminho fora, com o animal nos braços, à frente dos outros que, receosos, se foram deixando ficar para trás.
   Quando chegaram √† escola, a professora j√° os esperava, muito admirada com o atraso deles. Quando viu a menina com o bicharoco nos bra√ßos perguntou-lhe:
-   Ent√£o tu tinhas em casa um c√£o e n√£o me tinhas falado nele? Como √© que ele se chama?
-   N√£o sei! Ele n√£o √© meu. Encontr√°mo-lo pelo caminho e est√° aleijado numa pata.
A professora ficou preocupada e pediu-lhe para p√īr o c√£o no ch√£o.
-   Ora deixa l√° ver! Est√° muito sujo In√™s. E tem uma pata partida!
E para os restantes alunos:
-   Vamos l√°, meninos. Todos v√£o ajudar! Tu, Jo√£o, vai a minha casa, num instante e pede √† D. F√°tima que te d√™ sab√£o e o veneno para as pulgas que eu costumo usar no meu c√£o. V√°, depressa! Tu, Cristina, que moras aqui ao p√© da escola, vai a casa e pede √† tua m√£e uma toalha velha. O resto que √© preciso temos n√≥s c√°. Levem o c√£o l√° para tr√°s, para o √°trio. Ah! √Č verdade! Tu, Jos√©, vai pedir √† tua m√£e um cobertor velho e um cesto, ou caixa, qualquer coisa que sirva para fazer uma cama para o c√£o. Eu vou p√īr √°gua a aquecer para darmos um banho ao nosso... como lhe vamos chamar, In√™s?
-   Gat√£o, senhora professora. Ele parece um gato grande!
-   Muito bem, fica Gat√£o!
Quando o Jo√£o chegou, a professora espalhou o desparasitante no c√£o. Depois da √°gua aquecida deitou-a numa bacia velha e levou-a para o √°trio. Pegou no c√£o com toda a cautela, por causa da pata ferida, e p√ī-lo dentro da √°gua morna. Ele sentiu-se bem e deixou-se lavar bem lavado com sab√£o. Todos queriam ajudar, mas a professora n√£o deixou e explicou:
-   Quando ele estiver limpo podem brincar com ele, pegar-lhe ao colo e tudo. Sujo, n√£o. Sabem, os c√£es podem transmitir doen√ßas graves √†s pessoas se tiverem parasitas, especialmente carra√ßas. A febre das carra√ßas √© transmitida √†s pessoas pelos c√£es que as t√™m e √© uma doen√ßa grave. Por isso, vamos p√ī-lo, em primeiro lugar, limpo. E n√£o devem andar por a√≠ a pegar em c√£es vadios. Podem ficar doentes. Entendido?
Quando Gat√£o estava bem limpo, sem pulgas, e se tinha verificado que n√£o tinha carra√ßas, a professora deixou que Maria In√™s o limpasse bem limpo com a toalha velha que a Cristina tinha trazido. A menina preparou, ainda, o cesto com o cobertor velho e p√ī-lo ao canto da sala. Trouxeram o c√£o para o calor que l√° se fazia sentir. A√≠, em cima de um pl√°stico, limparam a ferida do c√£o com √°gua oxigenada. A professora p√īs-lhe mercurocromo e uma pomada cicatrizante. Cobriu-lhe a ferida com um penso e ligou-lhe muito bem a pata para que o osso soldasse mais ou menos direito. Claro que num meio mais desenvolvido podiam ter levado o c√£o a um veterin√°rio, mas ali isso n√£o era poss√≠vel. Tamb√©m n√£o teriam aprendido t√£o bem como cuidar de um c√£o! Tudo tem as suas compensa√ß√Ķes!
O tempo passou e o cão, já curado, tornou-se um grande amigo de toda a meninada. Traziam-lhe comida, davam-lhe banho e brincavam com ele. Tiveram que o tirar da sala, claro, porque ele queria brincar e saltava para cima das cadeiras e das mesas de trabalho distraindo as crianças e estragando os livros. Fizeram-lhe uma casota no exterior onde ele passou a dormir. No intervalo das aulas, Gatão brincava com os alunos, mas sabia que ao entrarem na sala acabava a brincadeira. Teria que esperar até à próxima oportunidade. E fazia-o à porta da sala. Ali ficava estendido à espera dos seus amiguinhos.



Sempre foi e será verdade que o cão é o melhor amigo do Homem. Que o contrário também seja verdade!
 
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Goretidias

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Alfredo D
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« Responder #1 em: Setembro 18, 2009, 18:25:22 »

Eu que não sou criança , a bem dizer até serei, gostava de ter lido estas coisas na idade certa.Hoje também me sinto nessa idade e digo que gostei de gostar como se fora ainda uma criança.
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Goreti Dias
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« Responder #2 em: Setembro 19, 2009, 19:42:59 »

Todos temos um pouco dessa vontade! Por isso escrevemos assim.
Abraço e obrigada.
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margarida
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« Responder #3 em: Setembro 21, 2009, 18:40:23 »

Gostei desse simp√°tico animal! :fixe:
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poesiadeneno
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« Responder #4 em: Setembro 28, 2009, 23:24:03 »

Goreti,

Apreciei muito este conto infantil.

Pelo cariz did√°ctico que apresenta.

Por falar de um animal fiel ao homem.

Pela conclus√£o.

Grato por partilhar.
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Oswaldo Eurico Rodrigues
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« Responder #5 em: Dezembro 10, 2009, 12:15:21 »

Goreti...

Que coisa boa ler logo pela manhã um conto tão bonito como esse. Não cheguei a estudar numa escola duma aldeia, mas me senti como se fora aluno dessa professora e colega de classe dessas crianças. E mais! Parece que também sou amigo do Gatão. Ele até me lembra o falecido Ulisses, meu primeiro gato, que também foi abandonado e era aleijado da pata traseira direita. Cuidamos dele e ele foi um grande amigo.
Foi muito bom ter lido o conto "Gat√£o".

Abraços...
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Oswaldo Eurico Rodrigues


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Goreti Dias
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« Responder #6 em: Dezembro 10, 2009, 13:17:37 »

Obrigada, Margarida e poesiadeneno. Os meus contos infantis têm sempre esse cariz didáctico pois eu escrevia-os para os meus alunos quando leccionava primeiro ciclo.
Oswaldo, essas escolas de aldeia j√° quase n√£o existem. Quero dizer, com essa pureza aqui descrita. Mas eu tive a sorte de conhecer algumas logo que comecei a trabalhar. Sabe, quando comecei a leccionar era muito novinha. Tive que esperar pela idade que a lei exigia. Deixaram-me ir estudando com licen√ßas especiais, mas acabei o primeiro curso ainda menor de idade. Quando a lei permitiu que meus pais me emancipassem, fui trabalhar. A escola livre era numa cidade, curiosamente aquela para onde agora vim viver h√° um m√™s. No ano seguinte, arranjei coloca√ß√£o numa aldeia pr√≥xima daquela onde vivia e tinha nascido. Depois em outra e depois em mais outra. Ap√≥s esses anos, foi sempre cidade. Mas, entretanto, tudo mudou. As crian√ßas n√£o podem andar mais pelos caminhos sozinhas e na escola n√£o poder√≠amos ter um c√£o. √Č tudo t√£o higi√©nico que logo os pais se queixariam √†s autoridades que o animal poderia transmitir doen√ßas, poderia tornar-se agressivo... enfim...
Obrigada por simpatizar com meu c√£ozinho. Anda por a√≠ uma gatinha chamada Mil√ļ, se quiser procurar...
Beijos para todos
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Oswaldo Eurico Rodrigues
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« Responder #7 em: Dezembro 10, 2009, 13:31:19 »

Aqui no Brasil, o processo √© mais ou menos o mesmo. As institui√ß√Ķes est√£o ficando cada vez mais frias e distantes tanto do aluno quanto do professor. Talvez sintamos menos do que voc√™s em Portugal dado ao imenso tamanho do Brasil. Alguns recantos podem por aqui ficar t√£o escondidos que nem mesmo pessoas de cidades vizinhas conhe√ßam. Nesses lugares sim √© poss√≠vel encontrar crian√ßas como essas do conto "Gat√£o". Eu mesmo j√° trabalhei por um m√™s apenas numa escola assim. Para se ter uma id√©ia, os √īnibus passavam pela manh√£, ao meio-dia e ao final da tarde somente. Os alunos eram adolescentes, mas t√£o comportados que o n√ļmero de infla√ß√Ķes que cometiam todos da escola inteira nesse m√™ onde por l√° trabalhei n√£o chegava ao ocorrido em dois ou tr√™s tempos de aula num √ļnico dia calmo de trabalho numa escola de centro de cidade. Veja que pa√≠s de grandes constrastes √© o Brasil.

Grande abraço...
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Goreti Dias
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« Responder #8 em: Dezembro 10, 2009, 13:39:44 »

Desses contrastes n√£o h√° muita raz√£o de queixa...
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Oswaldo Eurico Rodrigues
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« Responder #9 em: Dezembro 10, 2009, 13:49:12 »

De maneira alguma. Eles na realidade enriquecem a nossa viv√™ncia. Basta saber como lidar com as diferen√ßas. Eu tenho ao longo do tempo e das leituras (refiro-me aos textos liter√°rios propriamente ditos) aprendido a absorver o melhor de tudo o que vivo. N√£o seria diferente com meus alunos. No meio da balb√ļrdia, do burburinho ou do sil√™ncio sepulcral sempre aprendi muito com eles e continuo a aprender.

Beijos...

Agora vou sair.
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« Responder #10 em: Dezembro 26, 2009, 19:31:55 »

Adorei a atmosfera de aldeia! (Li os coment√°rios anteriores a respeito dos novos tempos e das aldeias).Mas a atmosfera est√° l√°, no texto, como se fosse o ch√£o da inf√£ncia, o gosto da inf√Ęncia. Gostei muito de ter lido o teu conto! Aos poucos, como disse, vou lendo mais e mais textos!! Fiz cursos sobre literatura portuguesa e africana de l√≠ngua portuguesa e apresentei trabalhos sobre a escrita de Miguel Torga. Ao ler teu conto senti a atmosfera da montanha... Bem, aqui onde estou, rodeado por elas, essa imagem fica ainda mais viva!!!
Um imenso abraço e um beijo para ti!!!!
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Goreti Dias
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« Responder #11 em: Janeiro 21, 2010, 19:36:38 »

Obrigada. Para você também.
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« Responder #12 em: Janeiro 25, 2010, 09:44:25 »

Quero ler outros textos nesta √°rea!
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« Responder #13 em: Janeiro 26, 2010, 17:25:54 »

Devo ter por aqui outros, mas sinceramente n√£o me lembro. Prometo verificar.
Obrigada
Abraço
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« Responder #14 em: Agosto 26, 2014, 21:35:54 »

Que saudade imensa desse texto e também dos comentários gerados a partir dele. Saí há pouco duma sala de aula onde tive um desentendimento muito forte com uma aluna. Fiquei imaginando quão bom seria trabalhar e estudar em um ambiente mais acolhedor. Atualmente as salas de aula têm se tornado zonas de conflito e tensão constantes.
Seu texto vem trazer al√≠vio a mim e me fazer recarregar as baterias para escrever mais (inclusive o texto que n√£o enviei para a colet√Ęnea Escritartes).
Grande abraço, obrigado pela postagem tão acertada desse texto que tanto gosto. Desculpe-me pelo desabafo. Coisa de professor.

Oswaldo
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Ol√° Margarida. Seja bem aparecida.
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Boas!
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Boa noite!
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Oi pessoal. FigasAbraço
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Boa noite a todos
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Boa tarde a todos
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Boa tarde a todos
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Boa tarde a todos
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Bom ano feliz para todos.
Janeiro 01, 2020, 10:32:02
Bom Ano!
Dezembro 18, 2019, 16:48:08
Boa tarde!
Dezembro 06, 2019, 20:13:01
Boa noite feliz para todos
Dezembro 02, 2019, 21:57:04
Boa noite feliz para todos.
Dezembro 01, 2019, 19:51:29
Boa noite feliz para todos
Dezembro 01, 2019, 18:52:15
Boa noite!
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Boa noite feliz para todos.
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Boa tarde!
Novembro 29, 2019, 17:35:53
Boa tarde a todos!
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Novembro 12, 2019, 18:15:54
margarida, plenamente de acordo.
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Bom dia. Se todos fizerem igual, n√£o h√° coment√°rios.
Novembro 09, 2019, 14:53:10
Oi Dion√≠sio. Obrigado pelo teu coment√°rio. Desculpa eu ser relapso a fazer muitos coment√°rios. Evito-os, para n√£o  louvar uns ou criticar outros. Prefiro ficar na minha, ficar no que me parece. O meu principio geral: escrever, quem l√™ l√™, quem n√£o l√™ n√£o l√™. Ponto. Leio poesia d'outros, m
Novembro 01, 2019, 14:41:40
Boa tarde  todos. Os que est√£o e os que vir√£o.
Outubro 31, 2019, 14:58:38
Parabéns, Figas. Parabéns a todos os que lêem e que escrevem, parabéns a todos os que partilham escritas e comentários.
 
Outubro 10, 2019, 12:24:06
Bom dia. Hoje, andaei a pastar pelas 351 páginas da poesia e encontrei 32 poemas meus, milionários de leituras. com média de 1209 leituras cada. Obrigado a todos os meus contribuintes de lucros poéticos. FigasAbração, a todos. Nota: O Campeão é o Linguagem Decente, com 3692 leituras.Viva a D
Julho 29, 2019, 22:55:56
Olá para todos! Boas histórias e boas escritas!
Julho 02, 2019, 07:05:22
Bom dia!
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