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Autor Tópico: O POETA DA LUA - TOMO I - p√°gina 1 - 7  (Lida 1330 vezes)
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António Casado
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« em: Dezembro 06, 2013, 22:13:00 »



O POETA DA LUA



















AGRADECIMENTOS

Apenas uma pessoa me permitiu terminar
este livro com serenidade.
A ele o devo: José Penim.

AMO-TE MUITO, MEU AMOR.

António Casado

















DI√ĀLOGO


A verdade.
O que √© a homofobia? Como se manifesta? O que √© a homossexualidade? A homoafectividade? √Č poss√≠vel dois seres do mesmo sexo amarem-se da mesma forma que duas pessoas de sexo diferente? S√£o quest√Ķes pertinentes √†s quais este livro pretende dar resposta.
Lu√≠s e Alex s√£o os personagens principais numa hist√≥ria de amor. O caminho que conduziu ao encontro dos dois foi longo e doloroso. A hist√≥ria come√ßa com um encontro banal numa Avenida da cidade de Set√ļbal. Por detr√°s dos sentimentos que os unir√£o apresento todos os conflitos pessoais, diferentes em ambos os casos e que conduziram √† aceita√ß√£o da homossexualidade. As quest√Ķes culturais, religiosas, sociais, pedag√≥gicas e familiares, s√£o questionadas pelo seu peso retr√≥grado, pela dificuldade que a sociedade tem em aceitar a diferen√ßa. A ignor√Ęncia social √© representada na sua verdade mais latente. De formas diferentes o medo est√° representado em ambos os personagens e as desculpas s√£o diversas.
Lu√≠s vem de um casamento falhado. Uma das quest√Ķes mais prementes √© o filho. Como dizer-lhe que √© outra pessoa. Ele que sempre o viu como um heterossexual‚Ķ Como aceitar√° M√°rio a Homossexualidade do pai?
Alex apesar de se ter assumido desde o início da juventude não quer perder a amizade de Luís que pensar ser heterossexual. Como dizer-lhe que é homossexual? Como esquecer Eduardo, o homem que amou ao longo de vinte anos e que morre de uma forma dramática? Como desejava desculpar Joaquim e Clarisse, os pais do namorado…! Como esquecer tantos anos de um ódio e de uma indiferença presentes no dia-a-dia na vida dos dois?
Tem medo de voltar a amar e desconfia das boas inten√ß√Ķes de Lu√≠s.
Valter √© o grande amigo de Alex. A ele deve a vida por duas raz√Ķes. A gratid√£o est√° presente assim como uma amizade nascida de um encontro casual, quando era explorado sexualmente pelo chefe da empresa onde trabalhava.
‚ÄúPoeta da Lua‚ÄĚ foi o cognome encontrado por Lu√≠s para o definir. N√£o o entende e tem dificuldade em aceit√°-lo. Porqu√™ ‚ÄúPoeta da Lua‚ÄĚ? A poesia √© somente uma forma de desabafo, nunca a tomou muito a s√©rio. Afinal, √† vida, pede pouco‚Ķ Apenas uma oportunidade para ser feliz.
Fica feliz por Paulo se ter desvinculado de uma rela√ß√£o vazia de conte√ļdo onde Ab√≠lio assume a posi√ß√£o de um homof√≥bico. Interroga-se sobre a raz√£o por que Ab√≠lio recusa assumir a sua orienta√ß√£o sexual j√° que manteve com Paulo uma longa rela√ß√£o. Ser√° porque √© casado? Ser√° porque tem filhos? Felizmente Z√© trouxera-lhe num sorriso o que a sua alma dorida tanto procurara.
Sofia apenas precipitou os acontecimentos com a sua maldade. A vingança revelou-se infrutífera apesar dos danos causados. Todos sabem que não desistirá. Dispara ódio por todos os lados. Está convicta que Alex lhe roubou Luís e não quer entender nem aceitar a orientação sexual do homem que sempre amou.
Uma hist√≥ria recheada de tantas outras hist√≥rias, de outras tantas vidas que apesar de fict√≠cias assumem aspectos de uma realidade presente. As quest√Ķes religiosas, os tabus, os preconceitos, marcam pela negativa vidas que apenas procuram uma r√©stia de luz. Criam a necessidade de um Deus, apresentam um Deus e n√£o nos serve. Descrevem Deus como uma concep√ß√£o paterna de amor e escondem a discrimina√ß√£o; falam da toler√Ęncia e Ele manifesta-se pela intoler√Ęncia como se os homossexuais fossem filhos de uma categoria qualquer merecedores de um eterno castigo apenas e s√≥ porque amam pessoas do mesmo sexo, como se em alguma altura tivessem escolhido ser o sempre foram.
A luta pelo amor √© uma constante assim como a tentativa da sua preserva√ß√£o. Como eliminar os ci√ļmes? Como impedi-los de criar barreiras nas vidas comuns? Talvez acreditando‚Ķ Mas como controlar o desejo?
- Sou homossexual!
Ao invés do estigma da compaixão social (que ainda nos toma como doentes ou portadores de um defeito) todos procuramos ver reconhecida a nossa individualidade e a nossa especificidade. Orgulhamo-nos de ser homossexuais porque nunca poderemos ser outra coisa!

António Casado








CAP√ćTULO PRIMEIRO


Misteriosa noite!
Como um livro de estrelas solta as palavras no ar e as deixa suspensas a gravitar assim √© a ab√≥bada celeste minada de pontos luz, focos de um circo ol√≠mpico que se derramam sobre o palco da vida ante a fantasia entusi√°stica das crian√ßas. O negro √© apenas o fundo da tela onde todos os sonhos se materializam. Estende mais um passo no empedrado da pra√ßa. O eco √© um sussurro ac√ļstico, uma folha de ac√°cia a cair desamparada sobre o tojo verde, um segredo revelado pelo p√≥len. Decifra a mensagem da natureza como um catraio aprende a dizer ‚Äúm√£e‚ÄĚ. Muito ao longe, para l√° do horizonte, como tambores fortes e ritmados a anunciarem um feito importante √†s aldeias vizinhas, o compasso dos passos √© um rel√≥gio. Senta-se na esplanada de um caf√©. De cada um dos lados uma cadeira vazia. Servem-lhe a bica entre rumores e risos. Acende um cigarro. Abre o jornal futuro abandonado sobre a mesa na p√°gina do Zod√≠aco. 
‚ÄúEsque√ßa o passado. Encontrar√° o que necessita se procurar‚ÄĚ.
O passado‚Ķ A foto do xaile negro duma fadista falecida! Guarda-a como recorda√ß√£o na gaveta carunchosa de uma velha c√≥moda esquecida num rec√īndito compartimento da casa das saudades. As cortinas opacas e amarelecidas ofuscam a luz. Sobre o tampo empoeirado da mesa pu√≠da uma p√©tala de rosa seca. O passado‚Ķ Todo o passado √© presente. A dor visita-o com assiduidade e traz na lapela a estampa de uma espada e de uma flor que decepa ou acarinha com muitos mimos, ternuras e punhaladas. De que necessita? Nada! A t√£o almejada liberdade chegara. Que bem que ela lhe faz‚Ķ!
Numa das pretas cadeiras de ferro fundido senta-se o Destino. P√°lido, irrequieto, esguio‚Ķ Quer dizer alguma coisa. Bandeia-se como folha de papel empurrada pelo vento. Em nada det√©m a aten√ß√£o. Bate com os dedos na mesa, acende f√≥sforos, rasga pap√©is‚Ķ Aguarda que lhe pergunte porqu√™. N√£o pergunta. Qualquer premoni√ß√£o tem o sabor da losna. Enquanto o est√īmago canta virtudes o rosto contrai-se com o amargo do ch√°. O destino n√£o interessa. Fala do futuro de uma forma grosseira como se nada fosse poss√≠vel alterar e onde tudo se consumasse na fatalidade das premoni√ß√Ķes. Resumindo: O caminho fora definido pelos astros ou pelos deuses antes do nascimento e teria de o cumprir, sem apelo nem agravo, como robot espoliado do livre arb√≠trio. A fatalidade do Destino √© como o cigarro: Existe enquanto o quiser fumar. N√£o, n√£o o quer ver. Distrai o olhar pela lua e recorda a juventude‚Ķ


<<< <<< <<<


A voz da mãe era um eco longínquo repercutido nas paredes do tempo…
- Levanta-te, rapaz! ‚Äď Sacudia-o Maria dos anjos naquela manh√£ de Outubro.
- Est√° frio‚Ķ! ‚Äď Resmungava Alexandre enroscando-se ainda mais nos cobertores.
- Faz-te um homem! Já estás crescidinho… tens seis anos!
Havia três meses que festejara o sexto aniversário. Fora no saudoso Verão de 66. A mãe tinha razão, estava crescido. Via-se diante do espelho do guarda-vestidos de madeira clara, em pijama, mão aberta na testa em forma de pala, tentando marcar uma linha invisível no vidro.
Levantar-se cedo nunca fora preocupante. A perspectiva das ondas muito azuis e frescas na manhãs em que o levava à praia, as brincadeiras com os amigos no jardim durante as tardes que pareciam não ter fim, eram motivação suficiente para despertar com as galinhas. Naquele dia, não! O frio batia nas vidraças das janelas e umas assustadoras nuvens escuras rugiam no céu. Nenhuma razão era suficientemente válida para o arrancar dos cobertores quentinhos que o agasalhavam.
- Despacha-te, molengão! Daqui a nada chegas tarde à escola!
Arregalou os olhos. O rosto redondo e meigo da m√£e pronunciara a palavra ‚Äúescola‚ÄĚ H√° quanto tempo ouvira falar dela! Brincara muitas vezes frente √†quele edif√≠cio de primeiro andar prendado com muitas janelas enormes viradas para o empedrado quadrado rodeado de √°rvores nas extremidades. Era o campo de futebol em miniatura da miudagem. No outro lado da rua, paralela √† escola, uma fonte com duas bicas. Sempre pensou que por isso chamassem √†quele lugar ‚ÄúFonte Nova‚ÄĚ. Todas as manh√£s de bilhas de barro cru √† cabe√ßa l√° iam as mulheres em busca de √°gua pot√°vel; quando as vasilhas ficavam cheias, depois de posta em dia alguma conversa, transportavam-nas para casa pelas ladeiras alcatroadas da cidade. Era ali que brincava com os outros mo√ßos mais velhos quando sa√≠am daquele pal√°cio a meio da manh√£ e falavam de coisas que n√£o entendia. Eram tantos‚Ķ! A tarde era sem d√ļvida aborrecida. Desembestavam as raparigas pelas gigantescas portas de madeira aos gritinhos com propostas de brincadeiras pouco interessantes. Que acontecia de importante dentro daquele edif√≠cio para o tirar da cama t√£o cedo?!
Foi pela m√£o da m√£e at√© √† porta. Largou-a quando uma senhora muito alta e magra, cabelo castanho-escuro, unhas pintadas, bata branca, o chamou. Apontou um recanto junto ao corrim√£o de pedra que acompanhava os largos degraus de m√°rmore onde todos os mi√ļdos se juntavam. A m√£e desaparecera com um aceno de m√£o. Um arrepio subiu-lhe pela espinha acompanhado de um medo estranho. A m√£e nunca o entregara a ningu√©m! Sempre estivera por perto e isso fazia-o sentir protegido. Como um her√≥i em miniatura enfrentava agora o mundo com a camisa da m√£e e as cal√ßas do pai. Olhava √† volta e uma enorme quantidade de rapazes da sua idade parecia sentir o mesmo. Alguns eram conhecidos das habituais par√≥dias de rua. Ficou mais tranquilo.
Cedo se destacou na turma. Ler, escrever e contar, eram uma aventura permanente que gostava de viver. Ajudava alguns companheiros a completar o trabalho de casa com o prop√≥sito de os deixarem sair para brincarem no Outeiro: Tr√™s centenas de metros de arbustos, algumas √°rvores dispostas num monte de relevo irregular cortado na base por um muro de pedras e barro com cerca de tr√™s metros de altura que acompanhava todo o comprimento, por duzentos metros de largura. No centro do muro brotava um fio de √°gua natural por uma bica de pedra m√°rmore a que intitulavam ‚ÄúFonte da Xarroca‚ÄĚ. Escassos metros de sonhos planeados nas aventuras de piratas, fantasmas, bruxas e m√°gicos. Contavam que no centro daquele para√≠so juvenil desembocava uma das sa√≠das do Forte de S√£o Filipe, mandado construir por Filipe II Rei de Espanha, em 1580. A particularidade do forte √© a sua forma estrelada adoptada na constru√ß√£o como um s√≠mbolo, um vigilante de atalaia permanente, o protector das investidas dos Cors√°rios Ingleses. A entrada alimentava o imagin√°rio das crian√ßas. Contava-se que existiam algumas arcas repletas de moedas de ouro entre outros tesouros, propriedade das freiras da regi√£o, ali depositado durante uma fuga que nunca ningu√©m soube qual nem porqu√™. V√°rias equipas tinham-se aventurado a entrar na enorme boca escura e fria. Tinham descido os escassos dois metros de altura agarrados a uma corda e depois de alguns passos em frente deparavam-se com uma curvatura √† esquerda que ainda ningu√©m transpusera. Desistiam. Quando regressavam √† superf√≠cie contavam hist√≥rias terr√≠ficas! Falavam da quantidade exasperante de armadilhas que iam de ninhos de v√≠boras, portais armadilhados de flechas‚Ķ Um pouco de tudo! Afinal eram apenas umas teias de aranha no subsolo h√ļmido e umas pequenas osgas‚Ķ
Gostavam dele, da sua forma genial e simples de se integrar e interagir em grupo, das imaginadas brincadeiras, da forma irrequieta de ser. Também necessitava isolar-se. Desde que desvendara a maravilha das palavras adorava tomar pequenas notas num caderno. Os pensamentos que a imaginação providenciava com asas de celofane eram rabiscados com a letra mais pequenina que concebia. Era o orgulho dos pais. Um moço aplicado e estudioso. Os professores também faziam referência ao seu bom desempenho. Na quarta classe escreveu uma pequena peça de teatro que chegou a ser exibida por três colegas na escola. Imaginara uma disputa pela beleza e utilidade entre uma rosa, um cravo e um malmequer. Todos os personagens exacerbavam as suas qualidades, justificavam a formosura e tentavam superiorizar-se aos supostos adversários. Foi um momento de grande êxtase pessoal. Sorriu.
Com dez anos tinha resolvido a escola prim√°ria. A sede de conhecimento mantinha-se constante tal como as quest√Ķes que inoportunamente colocava. Algumas eram de resposta pronta e acess√≠vel como o caso da Geografia, o uso e costumes de outros povos‚Ķ Outras calavam as bocas e obrigavam os olhares a cruzarem-se de um medo que n√£o compreendia. O porqu√™ da pobreza incomodava-o. Ouvia falar em surdina da guerra colonial e inquiria-se sobre que falavam. Comentava, sem mesmo saber porqu√™, que nunca participaria numa guerra. Na escola tudo era bonito e cheio de flores. As col√≥nias que ele conhecia eram territ√≥rio portugu√™s e todos, portugueses e nativos, viviam uma imensa harmonia entre sorrisos e amores. Qual guerra?! A √ļnica que conhecia era a da literatura aos quadradinhos. Cob√≥is e √≠ndios americanos disputavam peda√ßos de terra com desvantagem para os segundos que eram sempre sanguin√°rios e cru√©is. Comentava algumas vezes aquelas epopeias com os amigos. Nunca entendeu porque queriam os cob√≥is usurpar pela for√ßa a terra aos nativos. T√£o pouco chegou a perceber porque o Tio Patinhas era ego√≠sta ou porque o Pato Donald nunca tivera oportunidade de enriquecer. Sabia, isso sim, que diante da cadeira da escola onde se sentava todos os dias havia duas fotos enormes. Uma do Am√©rico Tom√°z e outra de oliveira Salazar, √†s quais juntaram mais tarde Marcelo Caetano. No centro um enorme crucifixo! Todos muito sisudos e temidos‚Ķ Era como se uns olhos invis√≠veis espiassem todos os movimentos dentro da sala de aula e retirassem liberdade a alunos e professores. Pessoalmente n√£o gostava de os ter diante de si como aranhas, mas a idade n√£o lhe oferecia a oportunidade de decidir. Quando perguntava que faziam aquelas figuras na parede a professora erguia o rosto, fitava o tecto branco com um enorme bras√£o oval desenhado no centro e respondia:



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« Responder #1 em: Dezembro 10, 2013, 12:12:02 »

Estive a ler e a reler. Mudaram as figuras nas paredes, mas estão em outros lugares. A bem dizer, está tudo mais ou menos igual: pobreza, discriminação, ditadura...
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Boa tarde!
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Boa tarde a todos!
Novembro 12, 2019, 18:18:18
um abraço para a administração, para quem dinamiza este espaço, seja como escritor, como leitor, como comentador.
Novembro 12, 2019, 18:15:54
margarida, plenamente de acordo.
Novembro 11, 2019, 11:31:31
Bom dia. Se todos fizerem igual, n√£o h√° coment√°rios.
Novembro 09, 2019, 14:53:10
Oi Dion√≠sio. Obrigado pelo teu coment√°rio. Desculpa eu ser relapso a fazer muitos coment√°rios. Evito-os, para n√£o  louvar uns ou criticar outros. Prefiro ficar na minha, ficar no que me parece. O meu principio geral: escrever, quem l√™ l√™, quem n√£o l√™ n√£o l√™. Ponto. Leio poesia d'outros, m
Novembro 01, 2019, 14:41:40
Boa tarde  todos. Os que est√£o e os que vir√£o.
Outubro 31, 2019, 14:58:38
Parabéns, Figas. Parabéns a todos os que lêem e que escrevem, parabéns a todos os que partilham escritas e comentários.
 
Outubro 10, 2019, 12:24:06
Bom dia. Hoje, andaei a pastar pelas 351 páginas da poesia e encontrei 32 poemas meus, milionários de leituras. com média de 1209 leituras cada. Obrigado a todos os meus contribuintes de lucros poéticos. FigasAbração, a todos. Nota: O Campeão é o Linguagem Decente, com 3692 leituras.Viva a D
Julho 29, 2019, 22:55:56
Olá para todos! Boas histórias e boas escritas!
Julho 02, 2019, 07:05:22
Bom dia!
Junho 28, 2019, 14:37:28
Boa tarde. Hoje, apeteceu-me saudar todos os que aqui tentam p√īr arte na pena. Figasabra√ßo
Maio 18, 2019, 19:22:13
Ol√°! Boa leitura e boa escrita para todos!
Maio 01, 2019, 17:26:47
Boa escrita e boa leitura para todos!
Março 30, 2019, 10:37:35
Boas leituras e boas escritas para todos!
Janeiro 27, 2019, 19:36:43
Boa noite feliz para todos.
Janeiro 11, 2019, 09:21:27
Ol√° para todos!
Dezembro 24, 2018, 21:55:27
Boas Festas.
Novembro 03, 2018, 14:19:38
Claro que sim, Mateus. Vamos lá puxar pelos neurónios?
Novembro 01, 2018, 18:36:27
Ol√° para todos!
Novembro 01, 2018, 15:51:21
A ideia com que fiquei em conversas, era a de que se pretendia fazer, uma sequela do "esfaqueador". Agora estou baralhado.
Outubro 31, 2018, 18:31:48
Temos um tópico em aberto "sem título". Podem entrar. A ideia é fazer algo ao jeito do Esfaqueador da Régua. Estão convidados!
Setembro 12, 2018, 14:34:00
Esfaqueador da Régua, aqui nascido, terá o seu lançamento na Feira do livro do Porto, dia 21 de Setembro.
Julho 04, 2018, 13:54:05
Bom dia.
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