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Autor Tópico: Sortil√©gio 23  (Lida 994 vezes)
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gdec2001
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« em: Janeiro 20, 2014, 17:22:03 »



E pronto. Já está contada a primeira parte da história. Ou seja : Vocês, quero dizer : Vossas mercês, já conhecem as personagens. Já as viram agir o suficiente para imaginarem, por Vós próprios, como é que vão agir em seguida, enquanto nada se modificar radicalmente .
Mas uma modifica√ß√£o radical pode ser o simples resultado de milhentas modifica√ß√Ķes normais ou seja: a modifica√ß√£o mais radical √© a que resulta da simples passagem do tempo, ainda que saibamos - v√£ filosofia -  que n√£o √© o tempo, somos n√≥s que passamos. Porque o tempo c√° fica, se √© que existe mais do que pelo passar das esta√ß√Ķes e pelo envelhecimento do sol.   
Gostaríamos nós - alguns de nós - porque não temos a experiência do que seria o viver eterno, que o tempo só passasse para as crianças mas, na verdade, não é assim.
Se nós quisermos ver como decorre a vida do José e da Elsa, passados, digamos, aí quinze anos, sobre os factos que a respeito deles já relatamos, encontraremos também com mais quinze anos, os pais deles e todas as demais pessoas que já conhecemos.
Podemos, portanto, escrever outro romance ou novela .
Vamos experimentar e deixemo-nos de considera√ß√Ķes idiotas.

2ª parte


Ela e ele; ele e ela

Temos, portanto, o José, agora com dezassete anos de idade e a Elsa com vinte.
Continuam a ser grandes amigos mas vejamos essa realidade mais de perto.
Ele frequenta o 11¬ļ ano do liceu, agora dito, escola secund√°ria, Cam√Ķes. √Č bom aluno mas n√£o √© de maneira nenhuma um dos melhores da sua turma. Estuda muito pouco; apenas o necess√°rio para n√£o ter qualquer dificuldade em passar de ano.
Ele diz:
√Č uma pena que os estudos n√£o sejam mais diversificados.
Como √© sabido n√£o podemos saber tudo, nem mesmo uma parte substancial do conhecimento de que a humanidade disp√Ķe. Hoje n√£o h√° homens cultos. Apenas algumas escolas ou academias podem beneficiar de tal qualifica√ß√£o. A cultura √© definitiva e irremediavelmente, multidisciplinar e, principalmente, colectiva.
A questão é que os ministérios ainda não compreenderam isso. E continuam a mandar ensinar as pessoas, no secundário, como se elas tivessem de -e pudessem - aprender tudo.
E é assim que tenho de aprender coisas que não me interessam nada e a que não darei qualquer serventia no futuro.
√Č certo que, num determinado sentido, o conhecimento √© s√≥ um e que tudo quanto sabemos √© enriquecido pelo resto que tamb√©m conhecemos, mas como, na verdade, n√£o podemos saber tudo, melhor era que soub√©ssemos mais, do que mais nos interessa, porque, na verdade, o saber ocupa lugar e o facto de aprendermos coisas que para n√≥s s√£o in√ļteis impede que aprendamos outras que seriam √ļteis. 
A Elsa estuda no 2¬ļ ano da faculdade, curso de filosofia.
√Č uma mulher linda, pequena, doce e pensa de uma maneira diferente.
Diz que no ensino secund√°rio devemos receber uma   lambuzadela de todo o conhecimento porque, na verdade, nessa altura ainda n√£o sabemos o que iremos fazer quando formos adultos e um ensino especializado poderia revelar-se, mais tarde, inteiramente frustrante.
Que a lambuzadela de ensino geral d√° uma pequena ajuda a todo o ensino especializado que se segue.
Que, por outro lado, nenhum Estado teria possibilidades financeiras de diversificar o ensino logo na altura do secund√°rio. Deus sabe, todos os deuses sabem, aquilo que custa diversific√°-lo na altura do ensino superior.
Ela é, e sempre foi, uma aluna excelente.
As discuss√Ķes que travam sobre este e outros assuntos, n√£o t√™m fim.
Raramente estão de acordo excepto se outra pessoa se mete na discussão. Então parece dar-se um milagre. Esquecem as divergências e voltam-se ambos contra essa pessoa que, por vezes, interveio na conversa para apoiar um deles e por fim não chega a perceber bem o que lhe aconteceu.
E ambos intervêm na discussão concordantemente e com tal calor que chega a duvidar-se que antes defendessem ideias contraditórias.
Assim são os dois amigos, ambos completamente desenvolvidos e iguais, digamos assim, no que respeita à intelectualidade.
Mas j√° o mesmo n√£o acontece no cap√≠tulo das emo√ß√Ķes - que me perdoem o galicismo, mas se at√© uma moeda √ļnica vamos ter, por que n√£o uma l√≠ngua ? - .
Assim ela continua a tratá-lo como se fosse uma mamã enquanto que ele resiste e insiste em observar, como uma criança, que já é uma pessoa adulta.
√Č claro que as rela√ß√Ķes deles s√£o mais complexas em virtude de ser vulgar que uma pessoa adulta proceda como uma crian√ßa e que uma crian√ßa, mormente na fase que se convencionou chamar de adolesc√™ncia, proceda como uma pessoa adulta.
Talvez que, desde que somos capazes de agir racionalmente, s√≥ haja realmente uma maneira de proceder, naturalmente digamos assim, e que o chamado comportamento de adulto n√£o seja mais do que a atitude de quem se for√ßa a dar preval√™ncia ao  comportamento racional.
O que é certo é que a Elsa trata o José como uma irmã mais velha procurando ensinar-lhe tudo quanto sabe e lhe interessa, pressupondo que se a ela interessa, também a ele deve interessar. E, na verdade, embora ele nem sempre o confesse, é certo que ela fala em todos os assuntos com tanto encanto que ele ouve-a como se tudo quanto lhe diz fosse, exactamente isso, uma história de encantar.
E é desta maneira que ele já sabe tanta filosofia como ela, embora seja um assunto que entende não dever levar a sério na medida em que há filósofos para defender, seriamente, qualquer tipo de pensamento que possamos ter .
E depois de ter aprendido com ela, entretém-se a brincar com o que aprendeu virando os ensinamentos ao contrário ou construindo acerca deles estranhas teorias.
√Č assim que defende, por exemplo,  que as qualifica√ß√Ķes de cl√°ssico e rom√Ęntico n√£o s√£o apenas aplic√°veis aos fil√≥sofos -e artistas- dos s√©culos XV e s√©culos seguintes, pois tamb√©m houve fil√≥sofos gregos rom√Ęnticos - os chamados sofistas - e cl√°ssicos que foram S√≥crates - ainda um pouco rom√Ęntico e por isso, sofista - mas, principalmente Arist√≥teles. S√≥ que na Gr√©cia aparecem na ordem exacta, primeiro os rom√Ęnticos e depois os cl√°ssicos, enquanto na idade moderna aparecem numa ordem invertida.
√Č certo que na Gr√©cia antes dos sofistas, existe um movimento -de Tales e quejandos - que poderemos apelidar de cl√°ssicos, tal como o per√≠odo cl√°ssico, na Europa dos s√©culos XV e XVI, √© precedido de um per√≠odo, a que podemos chamar rom√Ęntico, que vai do s√©culo XII ao s√©culo XIV - e que √© em Portugal o per√≠odo das cantigas de amor e de amigo e da arte g√≥tica.
Tudo isto, √© claro, √© uma simplifica√ß√£o resultante da relev√Ęncia que se d√™ ao sentimento ou √† raz√£o e sem refer√™ncia aos factores externos que s√£o, em cada caso diferentes e que, por isso, configuram diferentemente cada um dos per√≠odos.
Todas estas reflex√Ķes espantam a Elsa que pensa que o Jos√© ou √© um g√©nio ou apenas um pensador enfatuado que inventa coisas para espantar a burguesia, como dizem os franceses.
Todavia gosta muito dele e muito mais do que tem gostado dos muitos namorados que j√° teve. Ainda que de maneira diferente, acha ela.
O José não sabe bem o sentimento que por ela tem.
Na verdade considera-a muito velha para lhe ter amor e não se importa nada com os namorados que ela arranja; até porque não duram, não é verdade? Só sabe que lhe dá um prazer infindo estar junto dela, e inventar coisas com que ela não concorde, só para a contrariar.
Dão longos passeios pelos parques, de braço dado, mas discutindo acaloradamente.
Quem se cruza com  eles fica muito espantado porque os v√™ discutindo, como que zangados, mas t√£o chegados um ao outro, que mais parecem apenas um.
Vejamos agora o que se passa com os pais deles.
Primeiro com os pais do José:
O M√°rio continua a amar muito a sua mulher.
Continua a encontrar-se com a Dra. Lurdes e continuam a discutir os problemas levantados pelos livros de hist√≥ria que l√™em. Ele defendendo sempre a hist√≥ria mais antiga, menos precisa, mais enublada, ela, pelo contr√°rio, defendendo a mais moderna, a mais precisa a mais clara; precis√£o e clareza que ele atribui aos historiadores e n√£o aos factos. Assim, nota ele, repare-me no relato de factos bem modernos, por exemplo os da guerra da NATO contra a Jugosl√°via. Consegue voc√™ dizer-me onde est√° a verdade? Se, na realidade, o Milosevic estava a praticar o genoc√≠dio dos Cosovares ou se eram estes que estavam a matar os S√©rvios com a sua guerrilha e o Milosevic apenas defendia o seu povo? Leia V. os jornais da √©poca e creio que, geralmente, poder√° encontrar a duas vers√Ķes, no mesmo jornal.
Está bem, está bem, eu já lhe confessei que o relato dos factos do presente, não pode ser considerado história mas deve também confessar-me que devemos crer mais na história do século passado, do que na de antes de Cristo. Mas deixemos isso...
Sabes, disse ela - tratando-o por tu, como sempre que fala de coisas pessoais - que ando um pouco preocupada com a minha vida. Na verdade deixei de me interessar tanto por homens, naquele sentido que tu sabes e a verdade é que eles também já se interessam pouco por mim - no mesmo sentido, é claro - de maneira que começo a ter um pouco de medo da solidão.
Mas sentes-te solit√°ria?
√ďh n√£o. Tenho-te a ti e a mais dois ou tr√™s amigos - na verdade, mais dois amigos - e tenho a minha fam√≠lia: a minha irm√£ os dois filhos dela, ambos meus afilhados e, ainda bastante rija, a minha m√£e.
Então não vejo porque hás de ter medo. São os amigos, e não os amantes, que nos fazem companhia. Os amantes como que nos absorvem, não nos acompanham mas querem ser nós e que nós sejamos eles. E como isso é impossível - excepto em breves momentos - vêm daí os conflitos e, às vezes, mesmo as tragédias. Por isso, ai do marido e da mulher que não se tornam amigos. O que precisas, pois, é de cultivar as amizades - e, em especial, esta que temos, os dois - e de arranjares novos e bons amigos.
Desculpa que te pergunte, mas como funciona isso entre ti e a tua mulher?
Durante muito tempo creio que apenas a amei mas agora sou também amigo dela e tu, que a conheces, sabes como isso é fácil...
Não a conheço suficientemente. Encontramo-nos apenas algumas vezes mas, na verdade, simpatizei muito com ela.
Ent√£o aparece l√° em casa. Arranja uma nova, e boa, amiga.
√Č uma tolice, mas tenho uma certa vergonha do tempo em que fui tua amiga sem a conhecer.
Isso..., a culpa n√£o foi tua. Quem devia estar envergonhado era eu.

Fim do jogo do prazer

Deixou - o M√°rio - de se encontrar com a Dulce porque esta se casou com um dos advogados que constituem a sociedade em que trabalha .
Soube do facto, por acaso, alguns meses antes de referido casamento, numa conversa com o amigo que os havia apresentado. Interpelada, ela riu-se dizendo que era amante do patr√£o tal como era amante dele.
Ele ficou confundido e foi perguntar ao amigo como é que ele sabia do projecto do casamento e ele explicou-lhe que havia recebido a informação da boca do próprio advogado.
Alguns dias depois o M√°rio encontrou a Dulce que lhe disse que entretanto havia recebido o pedido de casamento e que o aceitara - talvez por causa da conversa que tivemos, acrescentou, pois na realidade fiquei a pensar no que faria se me fosse feita tal proposta.
E foi assim.
A Dulce casou-se e é inteiramente fiel ao marido, pelo menos até agora. Podem acreditá-lo, porque sou eu, o escrevinhador, quem o diz.
Quem sofreu muito com este afastamento da Dulce foi a Antónia, porque gostava muito daquela espécie de escravidão dourada em que a Dulce a mantinha.
Procurou, por isso arranjar uma nova parceira e procurou-a, exactamente, no meio em que a Dulce a encontrara a ela.
N√£o lhe foi f√°cil.
Encontrou primeiro uma rapariga que já não podia lembrar-se quando começara a prostituir-se.
Levou-a para casa e tratou-a com o maior carinho até que, quando lhe pareceu que ela estava apresentável, a levou consigo para o andar que a Dulce lhe transmitira.
Correu tudo, mais ou menos, bem, desempenhando, a Antónia, o papel que antes pertencera à Dulce mas quando, voltou a encontrar o homem que fora com elas, ele disse-lhe que a Edite -era o seu nome - lhe pedira dinheiro e ele ficara admirado como é que a Antónia nada recebera e nada pedira.
A Ant√≥nia ficou muito zangada porque tinha explicado muito bem, √† Edite, que elas n√£o seriam prostitutas, apenas mulheres que gostavam de foder e escolhiam livremente os homens com quem fodiam - adoptara esta linguagem -  .E expulsou-a de casa e da sua vida.
Foi então, sozinha com alguns homens mas, na verdade, eles não têm corpo que se possa ver ou apalpar. Apenas o membro viril de que não sobra nada, logo que se come.
Andava, assim, triste e a Dulce, no escritório, dava-lhe conselhos que nada adiantavam pois faltava uma mulher.
Tinha uma amiga, que era vagamente sua prima e com quem começou a abrir-se com muita cautela, pronta sempre a recuar se sentisse que ela mostrava alguma estranheza.
Era mais velha do que ela, divorciada e sem filhos. Enfim, o ideal para o efeito só que, talvez, um pouco bonita de mais. Uma beleza clássica, bastante vulgar, mas que era capaz de intimidar alguns homens.
Não estranhou o que a Antónia lhe contou; antes, rindo, foi dizendo que também ela tinha uma vida semelhante ainda que não enriquecida com a presença de uma terceira pessoa.
E quando se manifestou a oportunidade acompanhou a Antónia.
Não correu muito bem da primeira vez. A Antónia gostava de ser mandada mas a priminha não o sabia fazer.
Assim a Antónia teve de ensiná-la a mandar.
Da segunda vez as coisas já caminharam melhor. O homem não sabia quem ordenava e quem era ordenado porque a Antónia continuava a ensinar a prima dizendo-lhe como devia mandar nos três mas, principalmente, nela.
E o homem achou graça e colaborou de maneira que todos os três gozaram um prazer bastante intenso mas inocente, como deve ser.
Chama-se Maria, quero dizê-lo aqui.
O M√°rio, no entanto, n√£o encontrou ali lugar e afastou-se, lentamente.
Passou a ser apenas homem de uma só mulher, como fora nos primeiros anos depois que se uniu com a Adélia.
Agora, aquele tormento, que tanto o afligira, é apenas uma impressão no fundo da sua consciência o que, às vezes, lhe parece, até, que lhe agrada um pouco, porque impede que esteja completamente livre ou seja, completamente só. Que não tenha consciência.
Ou n√£o ser√° bem isso, mas n√£o sabe pens√°-lo melhor.
A verdade é que a sua relação com a Adélia estava, está, agora muito mais rica. Dão longos passeios nos Sábados e nos Domingos porque ele já não viaja para o estrangeiro. Foi promovido a chefe do departamento e planeia as viagens dos outros motoristas, viajando sempre com eles, em imaginação, pois conhece todos os caminhos e até a maior parte das pessoas que com eles contactam.


√Āgua, a √°gua, sempre a √°gua.
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Geraldes de Carvalho
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Boa tarde a todos!
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um abraço para a administração, para quem dinamiza este espaço, seja como escritor, como leitor, como comentador.
Novembro 12, 2019, 18:15:54
margarida, plenamente de acordo.
Novembro 11, 2019, 11:31:31
Bom dia. Se todos fizerem igual, n√£o h√° coment√°rios.
Novembro 09, 2019, 14:53:10
Oi Dion√≠sio. Obrigado pelo teu coment√°rio. Desculpa eu ser relapso a fazer muitos coment√°rios. Evito-os, para n√£o  louvar uns ou criticar outros. Prefiro ficar na minha, ficar no que me parece. O meu principio geral: escrever, quem l√™ l√™, quem n√£o l√™ n√£o l√™. Ponto. Leio poesia d'outros, m
Novembro 01, 2019, 14:41:40
Boa tarde  todos. Os que est√£o e os que vir√£o.
Outubro 31, 2019, 14:58:38
Parabéns, Figas. Parabéns a todos os que lêem e que escrevem, parabéns a todos os que partilham escritas e comentários.
 
Outubro 10, 2019, 12:24:06
Bom dia. Hoje, andaei a pastar pelas 351 páginas da poesia e encontrei 32 poemas meus, milionários de leituras. com média de 1209 leituras cada. Obrigado a todos os meus contribuintes de lucros poéticos. FigasAbração, a todos. Nota: O Campeão é o Linguagem Decente, com 3692 leituras.Viva a D
Julho 29, 2019, 22:55:56
Olá para todos! Boas histórias e boas escritas!
Julho 02, 2019, 07:05:22
Bom dia!
Junho 28, 2019, 14:37:28
Boa tarde. Hoje, apeteceu-me saudar todos os que aqui tentam p√īr arte na pena. Figasabra√ßo
Maio 18, 2019, 19:22:13
Ol√°! Boa leitura e boa escrita para todos!
Maio 01, 2019, 17:26:47
Boa escrita e boa leitura para todos!
Março 30, 2019, 10:37:35
Boas leituras e boas escritas para todos!
Janeiro 27, 2019, 19:36:43
Boa noite feliz para todos.
Janeiro 11, 2019, 09:21:27
Ol√° para todos!
Dezembro 24, 2018, 21:55:27
Boas Festas.
Novembro 03, 2018, 14:19:38
Claro que sim, Mateus. Vamos lá puxar pelos neurónios?
Novembro 01, 2018, 18:36:27
Ol√° para todos!
Novembro 01, 2018, 15:51:21
A ideia com que fiquei em conversas, era a de que se pretendia fazer, uma sequela do "esfaqueador". Agora estou baralhado.
Outubro 31, 2018, 18:31:48
Temos um tópico em aberto "sem título". Podem entrar. A ideia é fazer algo ao jeito do Esfaqueador da Régua. Estão convidados!
Setembro 12, 2018, 14:34:00
Esfaqueador da Régua, aqui nascido, terá o seu lançamento na Feira do livro do Porto, dia 21 de Setembro.
Julho 04, 2018, 13:54:05
Bom dia.
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