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Autor Tópico: O rapaz do isqueiro assassino (Romance)  (Lida 8881 vezes)
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Maria Gabriela de S√°
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« Responder #105 em: Outubro 16, 2020, 15:49:19 »

Reparei que faltam uns capítulos. Aqui vão eles,
                                                                              9




Um crep√ļsculo de luminosidade diminu√≠da, como fora o dia, viu Telmo montar na mota como uma sombra, e sair do beco t√£o discretamente quanto os roncos uma motorizada com escape livre permitiam. Tomou a seguir a rua pelo lado que, ao fim de tr√™s a quatro quil√≥metros, levava √† esta√ß√£o. Havia sa√≠do desta h√° cerca de duas horas e alguns minutos para se encontrar com o cigano, a fim de efectuar um neg√≥cio que n√£o se realizara devido a um desfalque que a m√° sorte lhe dera ao bolso. A essa conclus√£o tinham levado, por um lado a firmeza de In√°cio Maia quando saiu da carrinha, e, por outro, a cara de Telmo raiada a frustra√ß√£o contrabalan√ßada com sinistros projectos de vingan√ßa. Tanto quanto se poderia inferir pelos ulteriores acontecimentos, o cigano teria qualquer coisa para vender e Telmo qualquer coisa para comprar, se um nefasto acontecimento num ajuntamento humano n√£o o tivesse gorado, a ser verdade.
-Furtaram-me a carteira. Pago-lhe depois. Fa√ßa-me esse favor pelo amor de Deus! Saldarei tudo mal possa, at√© ao √ļltimo c√™ntimo.
-Nem pensar! Isto n√£o se pode fiar! Mais depressa lhe fiava a carrinha com os p√≥los da feira dentro ‚Äď dissera In√°cio Maia, retirando-lhe das m√£os o papelinho, dobrado minuciosamente como qualquer um dos p√≥los contrafeitos dentro do saco pl√°stico de origem duvidosa.
Sofrera uma grande humilhação por causa de um grama de cocaína.
Mas, agora, ao ter um plano t√£o bem arquitectado, vivia um misto da raiva inicial pelo desfecho gorado do neg√≥cio, e de excita√ß√£o pelo golpe prestes a ser desferido. Para tudo correr conforme o seu desejo, contava com a efic√°cia de um 605 Forte j√° fora de prazo, que o iria ajudar a eliminar o primeiro obst√°culo. A seguir, num segundo momento, de m√£os incisivas como garfos em carteiras femininas, devassaria a gaveta do tablier da carrinha como um rato √† procura de queijo. Fora a√≠ que, numa inesperada neglig√™ncia para com o seu modo de vida n√ļmero um, In√°cio pusera a t√°bua de salva√ß√£o de um abstinente de droga for√ßado. Ou em vias disso. Mas, depois do √ļltimo acto entre In√°cio e a viatura dos p√≥los contrafeitos, a noite, abanada pela secura do vento leste, poderia continuar soprando as labaredas dos mil e um fogos a lavrarem por todo o lado. Se n√£o lan√ßasse m√£o de um recurso dr√°stico, como o que levava repartido entre a cabe√ßa e o saco pl√°stico, iria ter pela frente um mau bocado, uma est√ļpida noite de ressaca. N√£o podia fraquejar. Tinha de seguir em frente.
Da mesma curva onde deixara para tr√°s as ciganas, vislumbrou uma p√°lida l√Ęmpada de luz el√©ctrica, sugada talvez aos postes de electricidade ancorados perto do alvo. Desmontou, estacionou a mota e avan√ßou um pouco. Sem ver quem quer que fosse fora dos barracos, a n√£o ser o c√£o, antes que ele lhe ladrasse mais, alertando uma fam√≠lia de ciganos para a sua presen√ßa, lan√ßou-lhe o saco de pl√°stico com o peda√ßo de carne envenenada, voltando para tr√°s em passo apressado e com ar de meio triunfo. Os dados estavam lan√ßados.
E voltou para a aldeia com mil e um cuidados. Sobretudo nas proximidades do acampamento levando a motorizada pela m√£o sem um √ļnico ronco.

                                                                           10
Quando chegou ao café da dona Celeste, além dos três carros dos homens que aí tinha estado a falar do casamento de Sílvia e de Pierre ao fim da tarde, encontrou alguns rapazes e as suas motas estacionados à porta. Matavam o tempo com as armas de que dispunham. Uns sentados nos bancos do largo, outros de pé, trocavam de vez em quando um monossílabo em resposta à segunda ou terceira tentativa de uma pergunta que alguém precisasse de lhes fazer. Outros fumavam. Quase todos, de telemóvel na mão, elevado à condição de necessidade básica da vida moderna, enviavam mensagens, vasculhavam o facebook ou o Youtube à conta do Hi-fi do café com que o filho da dona pusera o estabelecimento na rota do progresso ao dotá-lo de Internet.
Depois do que fizera ao pobre c√£o, na pra√ßa, a Telmo, perto dos outros rapazes, em tantas coisas em que poderia pensar, n√£o lhe vinha outra √† ideia sen√£o o acampamento. Ansiedade desenhada na testa pelas rugas como se fosse um letreiro, meia hora ap√≥s ter chegado j√° tinha quase um ma√ßo de tabaco vazio e amarrotado entre os dedos. E, certezas quanto ao resultado, n√£o tinha nenhumas. N√£o sabia se, por qualquer estranha influ√™ncia dos deuses, o rafeiro, empanturrado por ossos ainda bem guarnecidos de carne, num golpe de sorte, teria olhado para o pit√©u que ele lhe lan√ßara como uma sobremesa enjoativa que n√£o lhe apetecera sequer lamber. E tamb√©m podia dar-se o caso de, embora o c√£o n√£o tivesse resistido ao pecado da gula, ainda assim, o seu sacrif√≠cio n√£o valer de nada, se a efic√°cia do veneno j√° tivesse perdido toda a letalidade. Mas, Deus o livrasse disso ou do fastio do animal. A certeza, ou quase, era o c√£ozito estar morto, ou a dar as √ļltimas, √†quela hora. O Diabo n√£o iria abandon√°-lo, de todo.
Um pouco antes das onze, já perto da hora do fecho, entrou no café. De posse de uns trocos que tinha no bolso para a poder pagar, pediu uma cerveja. Não demorou muito a esvaziar o copo e, passado algum tempo, pegou no telemóvel que colocara entanto sobre a mesa. Viu por diversas vezes a horas com a mesma preocupação inicial que, a custo, tentava disfarçar.
Da√≠ a nada foi ao balc√£o onde deixou as suas √ļltimas moedas, saindo de imediato.
Já junto à mota, colocou o capacete, montou e, entrando no beco como quem vai para casa, saiu pelo outro lado, dirigindo-se para a estrada da estação dos caminhos-de-ferro demorando cerca de dez minutos no percurso.
Uma vez dentro da gare, adoptou o ar de quem estava √† espera de algu√©m que viria no √ļltimo comboio da festa da Barrinha e a quem tivesse de dar boleia no dorso da sua mula de carga,  mesmo sem capacete de passageiro.
Enquanto esperava, sentado num banco de metal ainda morno pelo efeito do escaldante sol da tarde, com o capacete sobre o banco, olhava para um lado e para o outro como se tentasse vislumbrar a composi√ß√£o,  mesmo do lado de que ela n√£o devia vir. Fumou um e outro cigarro, arremessando para longe as pontas, bastante grandes algumas delas, inquieto e incerto quanto ao pr√≥ximo futuro.
Quando os olhos do comboio surgiram lentamente na linha mais ao fundo, olhou de novo o telem√≥vel a fim de se inteirar das horas. Levantou-se rapidamente, e, depois de o √ļltimo passageiro se dirigir a passo estugado para a porta da esta√ß√£o, aparentando desilus√£o pela sua gorada dilig√™ncia, saiu tamb√©m, resmungando contra o perdedor do comboio, que n√£o fora capaz de o avisar de que n√£o viria.
-O que teria acontecido? ‚Äď sussurrou Telmo de si para si, fingindo ligar a algu√©m que n√£o respondeu. Era como se esperasse ser ouvido por uma testemunha, caso, no futuro, precisasse de um alibi para vender ao tribunal se viesse a ser suspeito de algum crime. Mas, talvez n√£o, o cigano n√£o se atreveria a fazer queixa de nada. Nem que lhe tivessem furtado uma tonelada de coca√≠na.
Deu, entretanto, tempo a que o estacionamento onde deixara a moto ficasse livre de carros. Se todos os condutores, incluindo ele, sa√≠ssem dali mesmo tempo, qualquer um deles o poderia apanhar com a boca na botija, a apontar com a luz do telem√≥vel a ambicionada gaveta da carrinha e ent√£o tornar-se-ia um potencial preso por tr√°fico. Assim, depois dos √ļltimos automobilistas, dificilmente mais algum carro passaria por ali √†quela hora para um indesej√°vel flagrante. Por fim, iria obter a pitada do que precisava e, quem sabe, talvez mais algum para vender parte e lucrar pelo engenhoso empreendimento a que metera m√£os.

                                                                                                 11


Quando chegou ao sítio onde ao fim da tarde, deixara as ciganas, aproveitando o pequeno declive que levava ao acampamento, desligou a mota um pedaço antes. Já na curva, levou com cuidado o veículo desligado pela espessa mata. Escondeu-o o mais possível entre pinheiros e arbustos, que praticamente a engoliram. Enquanto isso, tinha a sensação de ouvir chorar, a duas ou mais vozes, sendo que uma delas parecia a de uma criança pequena.
Movendo-se dentro da mata, foi-se aproximando com cautela como uma raposa velha. E, à medida que avançava com dificuldade no meio da vegetação, descortinou, ao lado da carrinha dos pólos contrafeitos, um pequeno vulto, de onde lhe parecia que saía o choro polifónico.
-Raios! ‚Äď praguejou interiormente - Ainda n√£o posso fazer nada!
Aproximou-se mais um pouco, e foi então que viu Litos, o surdo, e o irmãozito de quatro anos abraçados ao cão morto, colocado sobre um cobertor para o que parecia um velório animal.
Teria de aguardar mais um pedaço acocorado no monte, a ouvir as crianças inconformadas com a morte repentina do Ringo. E os pensamentos acotovelavam-se uns aos outros:
‚ÄúTinha agora de haver um cigano surdo-mudo sentimental para me lixar o esquema, Se n√£o fosse ele ir para ali grunhir com aquele choro esquisito, aos arranques, o outro tamb√©m n√£o estaria ali, Os dois j√° deviam estar a dormir h√° muito na pocilga deles, uns em cima dos outros como a sardinha na barrica, O Maia deve ter pensado ‚Äúque se lixe, menos uns ossos para comprar, √© f√°cil arranjar outro c√£o. Bem basta o cavalo‚ÄĚ, Esse est√° preso mais √† frente e j√° deve estar a fazer meia-noite, Os cavalos dormem de p√©, N√£o sei se √© sempre se √© apenas quando n√£o t√™m espa√ßo nem para dar um coice‚ÄĚ.
Os mi√ļdos continuavam o pranto, e Telmo, cada vez mais impaciente, dissimulado na mata como um malfeitor, continuava na senda depreciativa para com os sentimentos de duas crian√ßas afectuosas com o pobre animal morto. E elas permaneciam abra√ßadas ao c√£o, a chorar a sua partida prematura para o outro mundo, sem saberem da malvadez que o vitimara e de quem o lan√ßara, provavelmente na maior agonia, numa viagem sem volta. E elas ali, aos beijos no amigo inerte, humedecendo com as l√°grimas o seu p√™lo, a lamentarem a sorte do seu querido amigo de estima√ß√£o. De estima√ß√£o e igualmente querido, como o seria qualquer c√£o numa casa requintada, onde ele fosse alimentado a latas de boa comida e dormisse aos p√©s da caminha dos seus meninos.
Teriam já passado mais de vinte minutos e Litos não arredava pé. Era como se tivesse medo de deixar o pobre bicho indefeso e à mercê de um perigo desconhecido. Talvez de predadores que o retalhassem à dentada, cães ou homens que o pontapeassem com medo de que ele voltasse da morte para defender, com unhas e dentes, o seu território, coincidente com um acampamento de ciganos nas bordas de uma mata onde ele deixara dois rapazitos banhados em lágrimas.
‚ÄúQuando ir√£o estes dois fedelhos para dentro, Nem sequer um cigarro posso fumar, Poderia ser visto, O que n√£o convinha nada. J√° passa da uma hora da manh√£. √Č o que d√° n√£o ter eira nem beira, A Sameiro √© a √ļnica que se aproveita neste bando, Deve estar a ver a √ļltima novela da noite, ou a casa dos segredos, √Č t√£o bonita como a Marisa, √Č por causa da cabra da Marisa que estou agora aqui, Mas esta porra √© boa, Ainda me lembro do dia em que experimentei, Fiquei com uma pedrada maluca, Estes gajos vendem as cestas, os len√ß√≥is e os p√≥los na feira, mas do que eles vivem √© do p√≥, Ganham rios de dinheiro, Depois, as mulheres, gordas e barrigudas, vestidas com aquela roupa ordin√°ria, v√£o aos supermercados e enchem os carrinhos com tudo e mais alguma coisa, T√™m muito cacau para gastar, N√£o pagam renda, nem electricidade, nem impostos. Mas a Sameiro deve ser porca, Sem √°gua em casa, deve tomar banho num copo, E ouvi dizer que o irm√£o do Maia, quando os filhos do senhor Vieira, falecido enquanto eles continuam a erguer os cortelhos de tijolo por todo o lado, lhes pediram para largar o acampamento a fim de poderem fazer uma planta√ß√£o de eucaliptos, quase os amea√ßou de ca√ßadeira, Ser√° que ainda a t√™m, Ou ter√£o pistolas por serem mais pequenas e poderem ser escondidas na barriga de uma mula de droga,‚ÄĚ
Pensando em tudo ao mesmo tempo, Telmo deu consigo a recear que o desfecho da sua actividade, daí a nada, fosse selado com o lacre de uma arma semelhante àquela com que, supostamente, os Vieira tinham sido desencorajados de retomar a posse das terras.
A mulher do Maia saiu neste entrementes do primeiro barraco e levou Litos para dentro, Manolito, o mais pequeno, j√° n√£o estava ali. E o pobre surdo, perdido nos seus pensamentos, num momento em que desviara os olhos do c√£o morto e das ex√©quias poss√≠veis, n√£o dera conta de o mi√ļdo ter sa√≠do dali para entrar.
-Raios. Tenho de esperar mais um pedaço!
Iria aguardar mais meia hora e dar tempo a que, dentro dos barracos, o sil√™ncio chegasse com o sono profundo de todos e de uma incapacidade de mortos para ouvirem o estalido da porta da carrinha a abrir-se. E, com algum cuidado, n√£o fosse pegar fogo √† mata e incendiar mais o pa√≠s do que ele j√° estava, arriscou um cigarro. Acendeu-o com o isqueiro azul que retirou do bolso das cal√ßas depois de alguns apalp√Ķes no pano, ap√≥s ter pensado que o deixara na esta√ß√£o enquanto andava em busca do seu alibi como um Indiana Jones.
Quando lhe pareceu que j√° nem o cavalo daria conta dos seus movimentos, dirigiu-se com o m√°ximo cuidado ao alvo, olhando para todo o lado a ver se haveria por ali alguma testemunha indiscreta. A carrinha, sem chave para travar a devassa que antecederia um furto, franqueava-lhe, pela segunda vez no mesmo dia, a entrada, esperando ele, com melhores resultados do que da primeira.
Com a luz do telemóvel apontada para o interior da gaveta, após mexer e remexer os papéis amontoados no seu interior, concluiu, ao fim de uns bons minutos de procura frenética, que Maia tinha tirado de lá o produto numa espécie de premonição.
-Maldito cigano ‚Äď praguejou desnorteado, enquanto pensava numa forma de resolver o problema, mais complexo agora depois da apurada intui√ß√£o de In√°cio. Mas n√£o havia mais nenhuma, n√£o tinha dinheiro para ir mais longe abastecer-se. A noite seria longa.
-Cabr√£o! ‚Äď rugiu de novo -. Vais pagar-mas! - remo√≠a entre dentes saindo da viatura, enquanto, pegando de novo no isqueiro e com um olhar carregado de raiva,  chegou fogo √† erva seca que havia debaixo e √† roda da carrinha, bem perto do s√≠tio onde o c√£o jazia morto sobre o cobertor.
Esperou uns momentos para ter a certeza de que o fogo tinha for√ßa para se expandir rapidamente. Acendeu de novo o isqueiro noutro lugar enxameado de mato seco, a que ateou tamb√©m lume. E, quando se preparava para ir embora, deparou com os olhos de Litos fitando-o aterrorizados, enquanto o rapazinho permanecia incapaz de produzir qualquer som,  dos poucos que ainda conseguia emitir na surdez que o emudecera para sempre em crian√ßa.
-Shiu! ‚Äď p√īs a m√£o debaixo do nariz, impondo-lhe sil√™ncio. ‚Äď Se disseres alguma coisa fa√ßo-te o mesmo! ‚Äď acrescentou, apontando para o c√£o, ao mesmo tempo que o garoto, sempre com a mesma express√£o de terror, entrava catat√≥nico no barraco de onde sa√≠ra, depois de esquecer o que ia fazer.
Telmo correu dali até ao local onde estava a mota. Retirou-a a seguir, deslizou um pedaço com ela desligada. Até ficar longe e poder finalmente ligar o motor.


XVII
-Coitado do mi√ļdo ‚Äď lamentou Fausto. 
-E do c√£o. S√≥ n√£o vi para onde foi o Manolito ‚Äď disse Domingos.
-Nem eu. Mas tenho a impressão que alguém entrou nas traseiras da carrinha…
-N√£o me digas que o puto a conseguiu abrir! Os mi√ļdos conseguem tudo!... ‚Äď falou horrorizado e temendo o pior.
-√Äs tantas, cheio de calor e para ficar mais perto do c√£o, foi para l√° dormir, em cima dos p√≥los‚Ķ ‚Äď sugeriu Fausto. Na tela viam-se as labaredas, √† roda da viatura e por todo o lado, cada vez mais assustadoras, a invadirem toda a mata.
-Que horror! Oxal√° estejas enganado.
-Se bem que se trata apenas de um filme... Não te emociones a ponto de colapsares de ataque cardíaco.





Goreti, no dia em que esta maldita pandemia dar mostras de dar à sola, vou dar papel a esta virtual história...Juro

Até lá aguente-se

Beijos
« Última modificação: Outubro 17, 2020, 21:00:30 por Maria Gabriela de S√° » Registado

Dizem de mim que talvez valha a pena conhecer-me.
Goreti Dias
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« Responder #106 em: Outubro 18, 2020, 12:14:37 »

Pois, acho que fazes bem. Eu gosto muito mais de ler em papel. Mas o virtual não dá ataque cardíaco e vamos lendo rsrsr
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Bom dia para todos!
Março 20, 2020, 15:06:31
Ol√° para todos!
Março 19, 2020, 22:59:05
Olá para todos! Espero que estejam bem, na medida do possível!
Fevereiro 18, 2020, 18:50:53
Ol√° Margarida. Seja bem aparecida.
Fevereiro 18, 2020, 18:41:32
Boas!
Fevereiro 10, 2020, 19:37:51
Boa noite!
Janeiro 29, 2020, 20:06:36
Oi pessoal. FigasAbraço
Janeiro 27, 2020, 20:16:38
Boa noite a todos
Janeiro 15, 2020, 17:52:14
Boa tarde a todos
Janeiro 10, 2020, 14:03:15
Boa tarde a todos
Janeiro 06, 2020, 14:46:26
Boa tarde a todos
Janeiro 01, 2020, 20:02:37
Bom ano feliz para todos.
Janeiro 01, 2020, 10:32:02
Bom Ano!
Dezembro 18, 2019, 16:48:08
Boa tarde!
Dezembro 06, 2019, 20:13:01
Boa noite feliz para todos
Dezembro 02, 2019, 21:57:04
Boa noite feliz para todos.
Dezembro 01, 2019, 19:51:29
Boa noite feliz para todos
Dezembro 01, 2019, 18:52:15
Boa noite!
Novembro 29, 2019, 20:32:37
Boa noite feliz para todos.
Novembro 29, 2019, 17:37:17
Boa tarde!
Novembro 29, 2019, 17:35:53
Boa tarde a todos!
Novembro 12, 2019, 18:18:18
um abraço para a administração, para quem dinamiza este espaço, seja como escritor, como leitor, como comentador.
Novembro 12, 2019, 18:15:54
margarida, plenamente de acordo.
Novembro 11, 2019, 11:31:31
Bom dia. Se todos fizerem igual, n√£o h√° coment√°rios.
Novembro 09, 2019, 14:53:10
Oi Dion√≠sio. Obrigado pelo teu coment√°rio. Desculpa eu ser relapso a fazer muitos coment√°rios. Evito-os, para n√£o  louvar uns ou criticar outros. Prefiro ficar na minha, ficar no que me parece. O meu principio geral: escrever, quem l√™ l√™, quem n√£o l√™ n√£o l√™. Ponto. Leio poesia d'outros, m
Novembro 01, 2019, 14:41:40
Boa tarde  todos. Os que est√£o e os que vir√£o.
Outubro 31, 2019, 14:58:38
Parabéns, Figas. Parabéns a todos os que lêem e que escrevem, parabéns a todos os que partilham escritas e comentários.
 
Outubro 10, 2019, 12:24:06
Bom dia. Hoje, andaei a pastar pelas 351 páginas da poesia e encontrei 32 poemas meus, milionários de leituras. com média de 1209 leituras cada. Obrigado a todos os meus contribuintes de lucros poéticos. FigasAbração, a todos. Nota: O Campeão é o Linguagem Decente, com 3692 leituras.Viva a D
Julho 29, 2019, 22:55:56
Olá para todos! Boas histórias e boas escritas!
Julho 02, 2019, 07:05:22
Bom dia!
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