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Autor Tópico: "The Wire: A Escuta" - O Elenco  (Lida 4830 vezes)
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NunoMiguelLopes
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Não vou gostar nada do dia de hoje, pois não?


« em: Dezembro 16, 2009, 14:05:21 »

Quando se fala em “The Wire: A Escuta”, no meio de tantas personagens inesquecíveis, a de Omar será a que mais facilmente nos virá à memória, mesmo anos depois de termos visto a série, mesmo sendo apenas uma personagem coadjuvante no meio de um elenco numeroso e de qualidade ímpar. Não admira que “The Wire” seja a série de televisão favorita de Barack Obama e que Omar seja a sua personagem preferida de todos os tempos. O mesmo sucederá com muita gente que tenha visto Michael K. Williams interpretar de forma irrepreensível o ladrão que desafia os traficantes de droga com o seu estilo de vida e o seu inflexível código de rua. Omar, consegue representar a esperança num cenário completamente desolador, tanto em termos urbanos quanto em termos humanos. A sua rectidão é como um raio de luz numa história muito negra e faz desta figura, nostálgica de uma era mais simples e objectiva, um sucinto herói pós-moderno. A personagem provou a sua valia desde o início, sobrevivendo até aos desígnios dos autores que tinham planeado matá-la no sétimo episódio da primeira temporada. Williams, antigo bailarino-coreógrafo e rosto (com cicatriz real, medalha de mérito duma altercação num bar) habitual dos clips de hip hop, ficou com o papel à primeira audição. Até integrar o elenco da série, o actor surgira apenas num par de filmes de acção e no papel de traficante em “Por um Fio”, de Martin Scorsese.

Quem também agarrou o seu papel com uma única audição, e esta ainda por cima enviada através do Atlântico em VHS, foi o actor britânico Dominic West que interpreta Jimmy McNulty. Os produtores da série, desesperados para encontrarem o McNulty certo, ficaram espantados com uma gravação vídeo de West a ler as falas duma cena, lutando com o seu sofá (que fazia as vezes de traficante que McNulty tinha de revistar) e aguardando em silêncio enquanto as outras personagens, ausentes na sua sala de estar, lhe forneciam as deixas. Primeiro, a produção em peso desatou a rir. Foram às lágrimas. Depois, começaram a prestar atenção. Dez dias depois, o actor aterrava em Baltimore. É um pouco assim que o desempenho de Dominic West, enquanto McNulty, funciona. A efervescência da personagem pode-se estranhar a princípio, mas depois percebemos que é esse nervosismo que dá à série o seu motor. West tem cara de sacana imprevisível. McNulty é um sacana imprevísivel. É impossível não gostar de ambos. Formado em Literatura Inglesa, fã de Tchekov e Tolstoi, Dominic West também concluiu o curso de música e teatro em Guildhall, pelo que a sua experiência nos palcos ingleses o ajudou a garantir o seu espaço no elenco dominado por actores chamados “de personagem”. McNulty será a sua personagem mais memorável, mas também pode ser visto em “Chicago”, “O Sorriso de Mona Lisa” e em “300”, por exemplo, para citar apenas projectos passados.

Com a crítica a revelar alguma dificuldade em ver os actores de “The Wire” noutros papéis, e isto no bom sentido uma vez que o trabalho do elenco é notável na sua composição realista, Lance Reddick, nativo de Baltimore, foi um dos protagonistas da série com maiores dificuldades em conseguir papéis de registo diferente ao do Tenente Cedric Daniels. Numa entrevista, Reddick confessou que esperava que “The Wire” fosse a sua porta para papéis mais variados e de maior visibilidade numa carreira que até ali tinha sido sempre a subir mas, na realidade, sucedeu o oposto. A veemência do seu desempenho enquanto Daniels, um polícia com aspirações a uma carreira maior, mais para satisfazer as ambições da mulher do que as suas, é de uma integridade artística impressionante. Como espectador, é fácil perdermos a noção de que é uma personagem e não uma pessoal real, ali no ecrã a debater internamente com a sua consciência do verdadeiro serviço público, que vai muito além do amealhar de divisas, e o sonho nem sequer muito seu de um percurso político. Daniels adora o que faz e, tal como Reddick, é soberbo no seu trabalho. Lance Reddick confessou em entrevistas a sua dificuldade em conseguir trabalho no cinema depois de esbanjar talento em “The Wire”. Com candura acima do normal, Reddick culpa o star system que governa Hollywood e Nova Iorque e não perdoa aos seus pares da indústria o desprezo com que “The Wire” foi votado em todas as cerimónias de prémios, desde os Emmy aos Golden Globes, onde a série não mereceu sequer uma única nomeação para o elenco ao longo dos seis anos de produção. O facto de “The Wire” oferecer uma grande maioria de actores negros e desconhecidos, embora com formação clássica e longa experiência de teatro, foi para Reddick um factor óbvio para esse desdém.

Andre Royo de forma magnífica dá corpo ao toxicómano Bubbles. De outro modo seria apenas mais uma vítima da invisibilidade causada pela cultura do umbigo. Royo obriga-nos a ver esta personagem sem salvação, a tentar percebê-la e, mesmo que não consigamos, só a quem faltar no peito aquela coisa que bate é que Bubbles passará completamente ao lado. Compreensível, talvez, se pensarmos que Bubs é uma figura imunda, um destroço humano. Mas humano à mesma, e por isso, mais imperdoável ainda se torna, como defende o actor nascido nos piores bairros do Bronx em Nova Iorque, a atitude generalizada para com o sem-abrigo e os toxicodependentes. Foi com eles que passou algum tempo preparando-se para o papel e foram eles os seus primeiros críticos, ainda antes do primeiro episódio ir para o ar. Exigiram-lhe que fizesse o trabalho bem feito, tendo atenção para as diferenças entre um viciado em cocaína e um em heroína, por exemplo. E Royo, com a sua formação artística e experiência de vida, não os deixou ficar mal.

Wendell Pierce faz o papel de Bunk Moreland, o perspicaz detective de Homicídios cujos casos se cruzam diversas vezes com os da unidade especial de Daniels. Como melhor amigo de McNulty, Bunk tem maior margem de manobra para lhe dizer as verdades, e Pierce dá voz a essas falas com uma naturalidade que nos leva a acreditar que aqueles dois homens se conhecem realmente de outros campeonatos. Dominic West e Wendell Pierce fazem o melhor par em “The Wire”. A forma como examinam uma cena dum crime proferindo apenas obscenidades, a cumplicidade das suas bebedeiras, os dotes para perseguir criminosos que se completam, tudo dá a ideia que um actor não brilharia tanto sem o outro. Não espanta que Pierce tenha ficado com o papel depois de o ler com Dominic West num casting. Bunk é, a par da personagem Rhonda, a consciência de McNulty. É o travão para os métodos pouco ortodoxos de McNulty, e o actor consegue desempenhar esse papel sem soar moralista ou paternalista. Wendell Pierce não tem grande interesse nos prémios que foram negados à série. Prefere a lealdade dos fãs de “The Wire” a qualquer tapinha nas costas da indústria. Como muitos actores que trabalharam em “The Wire”, o que mais lhe custou foi terminar a série e abandonar aqueles apartamentos partilhados com os colegas em Baltimore, onde passavam juntos seis meses por ano. A personagem que criou ficará para sempre no longo currículo do actor nascido em Nova Orleães.

Deirdre Lovejoy retrata uma das personagens mais positivas da série. A sua Rhonda Pearlman tem, por isso, um encanto diferente das outras figuras que deambulam por “The Wire”. Além de funcionar como contraposição convincente à manhosice do advogado dos Barksdale, Lovejoy soube transmitir no seu desempenho a faceta curativa que falta na vida da personagem de Jimmy McNulty. Amantes ocasionais, mais do que o sexo, McNulty procura nos braços de Rhonda um refúgio para as suas lutas internas. Deirdre Lovejoy não será a mais estereotipada beleza hollywoodesca e talvez por isso tenha ficado com o papel. A sua sensualidade é inegável, mas é real, e enquadra-se por isso na filosofia de verdade dos autores de “The Wire”. É Lovejoy quem melhor sabe dar o troco a algumas das falas mais imaturas de McNulty, e fá-lo com a naturalidade muito própria de uma mulher que nem sempre tem paciência para as tretas do homem de quem gosta mas que não será por isso que deixará de gostar dele. A actriz americana tem uma carreira sólida na televisão, com alguma preponderância para participar em séries policiais. “The Wire” será o seu melhor trabalho até à data, embora o mesmo se possa dizer de todo o elenco.

Clarke Peters, apesar de ter nascido em Nova Iorque, perseguiu os seus sonhos artísticos na Inglaterra porque, segundo ele, os pontos de referência americanos não estão centrados na literatura como acontece do outro lado do oceano, mas sim nos intervalos de cinco minutos que existem entre a publicidade. Mesmo com o reconhecimento que o seu desempenho como o Detective Lester Freamon na série lhe granjeou, Peters continua de costas voltadas a Hollywood e a preferir Londres, onde vive desde a década de setenta. Curiosidades sobre o homem que todos dizem ser o melhor actor que nunca ganhou um Oscar incluem ter sido amigo de infância de John Travolta. Um granjeou a imortalidade com “Brilhantina”, o outro quis ser um actor sério. A seriedade da sua personagem em “The Wire”, Lester, oferece à balbúrdia investigativa da unidade de Daniels a necessária calma, um centro para onde flúem todas as personagens, quanto mais não seja para que a voz grave de Peters (que também tem uma carreira na música soul) lhes explique o que está a acontecer. Ao contrário da bazófia e do ruído da grande parte das personagens da série, o papel de Lester exigia alguém que conhecesse a arte da subtileza. Actor de teatro há trinta e oito anos, Peters empresta a sua paciência à personagem. Com ele o reconhecimento universal também não chegou dum dia para o outro. Músico, dramaturgo, realizador são apenas outras facetas da sua criatividade e David Simon, criador de “The Wire”, já o fisgou para a sua próxima produção televisiva, desta vez centrada na cultura de Nova Orleães pós-Katrina.

Idris Elba, um actor inglês, tem no papel de “Stringer” Bell, a mente por detrás da organização criminosa Barksdale, uma mina de ouro que continua a dar frutos na carreira dele. A sua estampa física não é a parte que mais intimida no desempenho notável de Elba enquanto gangster de Baltimore Ocidental. “Stringer” não é um capanga mas sim um criminoso cerebral que tece os seus planos como um qualquer homem de negócios, excepto que na sua profissão as probabilidades de ter de mandar matar alguém são relativamente maiores, e “Stringer” não hesita. É essa total falta de sentimentos pelos outros seres humanos que faz da personagem tão ameaçadora. Ele não mata ninguém pessoalmente, mas tem uma longa lista de mortes nos seus largos ombros, e é com essa reputação que lidera. Dono de uma voz calma e firme que põe os soldados de Barksdale na linha, Elba proporciona a “Stringer” um magnetismo que rouba mesmo aquelas cenas em que não tem falas para dizer. Se McNulty é o motor da série, a quantidade de crimes que saem da visão inclemente de “Stringer” quanto à forma como se deve dominar o tráfico de droga num centro urbano fornece o combustível.

O elenco é vastíssimo e com grande parte das personagens a revelarem-se perenes de temporada para temporada, podemos sempre, apesar da curta duração de algumas cenas especialmente da segunda temporada em diante, rever com prazer os desempenhos dos actores a quem foi confiado um papel de menor exposição (mas nunca menor importância). Alguns actores conseguem performances que, sustentadas por uma equipa de guionistas sem igual, deixam a sua marca no nosso imaginário televisivo. D’Angelo Barksdale, por exemplo, o sobrinho do senhor da droga de Baltimore Ocidental, é uma personagem cuja natureza ambígua em relação à vida criminosa foi muito bem conseguida por Larry Gilliard, Jr. que lhe emprestou a dimensão humana que esta produção exigiu de todo o seu elenco. Gilliard, Jr. tem formação clássica em música e teatro e “The Wire” foi o palco perfeito para demonstrar todo o talento que tem. Wood Harris, no papel do seu tio, Avon, também consegue uma interpretação moderada que um passado como artista de hip hop do actor poderia não deixar antever. Avon, sendo uma personagem mais unidimensional, não deixa de ter os seus momentos de detalhe criativo dignos de nota.

Domenick Lombardozzi e Seth Gilliam encarnam com “Herc” e “Carv”, a ideia corrente daqueles agentes da autoridade mais amigos da persuasão violenta, mais físicos que perspicazes e com algumas das cenas mais descontraídas e divertidas da série. Os diálogos entre os dois são um gosto e oferecem o descarregar da tensão que o ambiente pesado da série provoca no espectador. Ambos têm uma extensa obra tanto em televisão como no cinema, sempre em papéis secundários, pelo que os seus rostos não serão os mais reconhecíveis. Sonja Sohn é Kima Greggs, a detective lésbica que é parte fundamental na equipa do Tenente Daniels. Sohn formou-se em Inglês e teve uma carreira na poesia antes de enveredar pelo teatro. A sua beleza natural é abafada pelo ar mais masculino que exibe em “The Wire”, embora a sua inteligência permaneça indisfarçada. A Jim True-Frost coube a personagem com o nome mais impronunciável. A dualidade raciocínio/emotividade explosiva de Pryzbylewski está bem entregue a alguém que veio da Broadway e contracenou em palco com William Petersen e Joan Allen.

Mais alto na hierarquia policial, as personagem de John Doman (Bill Rawls) e Frankie Faison (Ervin Burrell) oferecem aos seguidores fiéis da série as verdadeiras figuras vilanescas duma história sem heróis perfeitos. São polícias, mas também são políticos, no pior sentido de ambas as profissões, e desempenham as suas personagens execráveis com naturalidade. Entre estes e o verdadeiro trabalho policial está o Sargento de Homicídios Jay Landsman, o gestor da harmonia do departamento. Delaney Williams, outro actor de teatro, vai muito bem como o veterano que sabe reconciliar a psicologia mais activa dos agentes que trabalham nas ruas e a passividade interesseira dos superiores sentadinhos nos seus gabinetes sempre de olho em gabinetes maiores. Landsman é também o filósofo da série, sempre com algumas observações irónicas e profundas sobre o trabalho e aqueles que o fazem.

Saltando o muro para as ruas decadentes, os actores que dão vida aos “gangstas” também têm os seus momentos para brilhar. J.D. Williams é “Bodie”, um jovem não muito inteligente, mas com suficiente esperteza de rua para ir subindo na organização Barksdale. Tray Chaney é “Poot”, o melhor amigo com quem ocasionalmente partilha o sofá no pátio dos Prédios Baixos, verdadeiro trono do tráfico de droga nos bairros sociais. O grupo é completo por Michael B. Jordan, ou Wallace, o mais novo e mais centrado dos três. Todos estes actores são bastante jovens e mesmo assim dão boa conta de si. Nos papéis de traficantes e assassinos, personagens que empurram a história em diante por dar às outras o que fazer, a produção soube escolher um elenco sólido, mesmo naqueles papéis mais passageiros. A qualidade dos guiões assim o reclamava.

Nas temporadas seguintes, aqueles que permaneceram inamovíveis na sua admiração pela série, puderam ser presenteados com as interpretações excelentes de James Ransone (o destravado “Ziggy”), Pablo Shreiber (Nicky, estivador cuja falta de trabalho o leva ao crime), Chris Bauer (como Frank Sobotka, o líder sindicalista das docas de Baltimore), Robert Wisdom (Major “Bunny” Colvin, com ideias revolucionárias quanto ao problema das drogas na sua cidade), Aiden Gillen (Vereador Tommy Carcetti, um político jovem e ambicioso), Chad Coleman (“Cutty”, um ex-presidiário retornado às ruas que já dificilmente reconhece), e muitos outros actores em tantos outros papéis muito bem pensados e executados.
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anamarques
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« Responder #1 em: Dezembro 17, 2009, 18:01:12 »

Eu considero esta série uma obra prima. Pelo argumento, pela qualidade dos diálogos, e pela qualidade dos actores. É um espectaculo ver representar assim. Aquilo é que são personagens.
Podia falar neles todos. Refiro apenas o Lance Reddick, um colosso!
A personagem de Daniels é muito boa porque se vê evoluir. Começa encurraldo entre a ambição da mulher e a dignidade do trabalho e opta pelo caminho certo. O Bem instala-se nele.
Michael K. Williams é extraordinário como Omar. Hipnotiza quem o vê no écran. Uma maravilha.

Ainda estou na 3ª temporada mas já estou com pena de só haver 5.
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Goreti Dias
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« Responder #2 em: Dezembro 17, 2009, 18:31:25 »

Estou interessada. O teu texto faz uma óptima publicidade! Publicidade bem escrita!
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Goretidias

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Boas leituras!
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Boa noite!
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Boa tarde
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Obrigado, Administração, por avisar!
Setembro 14, 2021, 10:50:24
Bom dia. O site vai migrar para outra plataforma no dia 23 deste mês de setembro. Aconselha-se as pessoas a fazerem cópias de algum material que não tenham guardado em meios pessoais. Não está previsto perder-se nada, mas poderá acontecer. Obrigada.

Maio 10, 2021, 20:44:46
Boa noite feliz para todos
Maio 07, 2021, 15:30:47
Olá! Boas leituras e boas escritas!
Abril 12, 2021, 19:05:45
Boa noite a todos.
Abril 04, 2021, 17:43:19
Bom domingo para todos.
Março 29, 2021, 18:06:30
Boa semana para todos.
Março 27, 2021, 16:58:55
Boa tarde a todos.
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Boia noite para todos.
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Boa noite feliz para todos.
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Boa tarde a todos.
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Olá para todos!
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Olá para todos!
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Boa noite a todos.
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